Numa olhada rápida em alguns relatos na internet, La Paz pode parecer um pouco assustadora. Caótica, precária e “não muito bonita” são apenas alguns dos “adjetivos” que a capital administrativa da Bolívia recebe.

De tudo o que vimos por lá, não vou negar que a cidade pode assustar um pouco mesmo…

Mas saiba que a galera exagera um tantinho e mesmo com toda a sua excentricidade, passar uns dias em La Paz vale muito a pena!

Primeiro, porque a cidade vai te fazer compreender melhor a cultura e a história andina e segundo, porque La Paz pode te proporcionar altas aventuras.

Para conhecer o melhor de La Paz e também de lugares próximos da grande metrópole, um bom roteiro é simplesmente essencial para que você não se perca na confusão agitação do lugar. E quanto a isto, fique tranquilo(a)! Por aqui sempre rolam os melhores roteiros de viagem, e pra La Paz não seria diferente! 😉

Rua Sagarnaga, uma das mais turísticas de La Paz

Sobre o nosso roteiro

No nosso mochilão, separamos 3 dias completinhos para explorar ao máximo La Paz.

  • No primeiro dia, ficamos por conta de rodar pelo centro, conhecendo os principais pontos turísticos da cidade.
  • No segundo dia de roteiro, partimos para uma loucura  atividade diferente: descemos a famosa Estrada da Morte de bike!
  • No terceiro e último dia, subimos até o topo da montanha Chacaltaya, conhecemos o Vale da Lua e ainda sobrou tempo pra dar mais uma voltinha de despedida no Mercado das Bruxas.
  • No quarto dia, demos adeus à La Paz e pegamos um ônibus para Copacabana, e de lá, um barco para Isla del Sol.

Pra mim, 3 dias foram o ideal para La PazMas este tempo pode ser aumentado ou diminuído, tudo depende da quantidade de dias que você tem disponível.

Grafite na rua do Mercado das Bruxas

Onde se hospedar em La Paz?

A primeira coisa a se pensar antes de começar a montar o roteiro é a escolha de onde se hospedar.

Considerando que La Paz é enorme, escolher um ponto estratégico para ficar pode facilitar muito os seus deslocamentos pela cidade, te deixando mais pertinho das principais atrações turísticas.

Para quem quer a praticidade de não ter que ficar se deslocando, a melhor pedida é se hospedar no centro, ou nos bairros El Rosário ou Belén.

Nós ficamos no Hotel TerrAndes (nome Qantu, no Booking). Este hotel nos favoreceu muito, já que está localizado a poucos metros do Mercado das Bruxas, em uma região com muitas casas de câmbio, restaurantes, pizzarias, lavanderias e agências de turismo. Tudo muito prático!

Mas uma coisa que você precisa saber sobre estes bairros é que eles são mais antigos e por ficarem em uma região central, são também mais movimentados, com trânsito intenso e mais barulhentos… mas nada que possa atrapalhar a sua estadia por lá.

Caso queira ver uma seleção completa de hotéis nesta região, clique aqui.

Agora, se você não liga de ter que pegar táxi ou uber e andar uns minutinhos para chegar no centro, você pode optar por ficar na região do bairro Sopocachi, que é uma área cheia de barzinhos e restaurantes, além de ser mais limpinha e organizada.

Veja opções de hospedagem no bairro Sopocachi aqui!


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O Mal da Altitude

La Paz é simplesmente a capital mais alta do mundo, localizada a mais de 3.600 metros acima do nível do mar.

Em lugares altos assim, nós brasileiros temos uma grande desvantagem: sofremos bastante com o mal da altitude, também conhecido como soroche.

Pra quem nunca ouviu falar sobre o mal da altitude, é um conjunto de sintomas causados pela falta de oxigênio somado à baixa pressão atmosférica em regiões muito acima do nível do mar.

Uma das várias ladeiras de La Paz

Em grandes altitudes, respirar fica bem mais difícil, e, consequentemente, ocorre a baixa oxigenação do sangue. O corpo que não está adaptado responde negativamente a essa situação, então sintomas como dores de cabeça, enjoos, vômitos, fadiga, falta de apetite e insônia aparecem. E não preciso nem falar que o soroche pode comprometer a sua viagem, né?

Driblar o mal da altitude é a segunda coisa que você precisa considerar antes de montar um roteiro por La Paz. Para isso, não planeje mil e uma coisas para o seu primeiro dia. Pegue leve, modere nas atividades que exijam esforços físicos e tome muita água. Mascar folhas de coca pode ajudar também!


Roteiro de 3 dias em La Paz

Agora sim! É hora de ver como ficou o nosso roteiro!

1º Dia – Centro histórico
Praças, bruxaria e teleférico

Neste primeiro dia,  decidimos conhecer o centro de La Paz e seus principais pontos turísticos à pé. Apesar da cidade ser imensa, a maioria das atrações estão todas concentradas no centro, então fica fácil riscar muita coisa da lista em um só dia.

Se você não estiver aclimatado, aconselho muito que faça como a gente no primeiro dia e conheça as atrações centrais. Mas vá devagar e respeite os limites do seu corpo. La Paz é uma cidade cheia de ladeiras, e na altitude tudo fica mais difícil.

As cholitas são mulheres bolivianas que utilizam uma roupa típica que mistura a cultura espanhola com seus antecedentes andinos. Pollera (espécie de saia), ponchos bem coloridos, meias e um chapéu-coco são os seus trajes. Em La Paz, elas estão por todos os lados.

Chegamos em La Paz depois de uma viagem de mais de 10 horas de ônibus vindo de Uyuni. As primeiras coisas que fizemos foram encontrar nosso hotel, deixar nossas coisas, tomar um café da manhã reforçado, trocar dinheiro, passar em uma lavanderia e fechar os passeios para os próximos dias na agência No Fear Adventures, que ficava a menos de 200 metros do hotel.

Depois de tudo pronto, começamos o nosso próprio city tour.

Logo no início, já sentimos aquele choque cultural!

Um trânsito muito louco, cheio de carros antigos e bem diferentes. Várias cholitas por todos os lados. Barraquinhas vendendo de tudo que você imaginar (desde chantilly e gelatina em copo de plástico até viagra natural). Ruas estreitas com muitas construções antigas…

Inicialmente foi meio estranho estar ali, mas depois fomos nos acostumando.

Perambulamos pelas ruas de La Paz até chegar à Plaza de San Francisco.

Praça de San Francisco

A Praça de San Francisco é a principal e a maior praça de La Paz. Palco de grandes manifestações políticas, por lá também acontecem vários eventos e atividades culturais.

Na primeira vez que passamos por ela estava rolando um campeonato de xadrez, já na segunda vez, assistimos uma apresentação de street dance.

Na praça também está localizada a imensa igreja de San Francisco e o Convento, lugares que também podem ser visitados (gratuitamente \o/).

Ao lado fica o Mercado Lanza, onde se acha tudo que é tipo de bugigangas pra vender!

Praça Murillo

A Praça Murillo é o coração político-administrativo da Bolívia, já que nela está o Palácio de Governo, o Congresso Nacional e a Catedral Metropolitana de La Paz.  Essa foi nossa segunda parada.

A praça fica sempre muito cheia. Cheia de turistas, cheia de vendedores, cheia de locais e, principalmente… cheia de pombos! Acho que nunca vi uma quantidade tão grande de pombos. Parecia até uma passeata de pombos reivindicando pipoca! rsrs

Palácio de Governo – O Palácio de Governo, sede do poder executivo, é o gabinete oficial do Presidente Boliviano. Uma curiosidade sobre o lugar é que ele também é conhecido como Palácio Quemado. O apelido deve-se ao fato de que no século XIX o edifício foi atacado pela população que, em uma revolta popular, ateou fogo nele. Infelizmente, este edifício não está aberto para visitação.

Catedral Metropolitana de La Paz – Pra mim, este é o prédio que mais chama a atenção na praça. Com duas torres  altíssimas com sinos, a Catedral é uma construção que ocupa um quarteirão inteiro! Feita no estilo barroco e neoclássico, seu interior é todo de mármore e seus vitrais enormes são verdadeiras obras de arte.

Congresso Nacional – O Congresso Boliviano é a sede do poder legislativo do país. Algo bem diferente sobre este prédio é que o relógio de sua torre central é numerado ao contrário e o seus ponteiros giram no sentido anti-horário desde 2014. A mudança veio no governo de Evo Morales e, segundo o presidente, a alteração do relógio indica e representa a “resistência dos povos do sul, frente à dominação dos países do norte”.

Catedral Metropolitana de La Paz

Mercado das Bruxas

Depois de conhecer a Praça Murillo, fomos para um dos lugares mais curiosos e mais icônicos de La Paz, o Mercado das Bruxas ou Mercado de las Brujas.

O Mercado funciona em um quarteirão cheio de lojinhas.

Nas lojas encontramos de tudo um pouco, mas o que é mais comercializado são os artefatos místicos utilizados em rituais dos povos Aymara. Imagens de sapos, bicos de aves, estátuas de tartarugas, máscaras coloridas, amuletos de pedras, adornos de penas, incensos, ervas medicinais e várias outras coisas utilizadas para feitiços e oferendas.

Mas de tudo, a coisa mais estranha que vimos eram os impressionantes fetos de lhamas mumificados que ficavam pendurados nas portas das lojas. 

Feto de Lhama utilizado em rituais

Segundo a crença, os fetos são utilizados em um ritual bem comum na região. Todos aqueles que vão construir uma casa ou um comércio devem enterrar um feto no terreno, exatamente sob a pedra estrutural do imóvel. Esta é uma oferenda para Pachamama, a deusa da terra e da fertilidade, para que a divindade andina conceda proteção e prosperidade ao lugar.

No mercado, sempre peça permissão para tirar fotos. Nem todos os lugares são permitidos.

E se você quiser levar uma lembrancinha pra casa, o Mercado é o lugar! Lá tem imãs, camisetas, artesanatos, blusas de lã,  cachecol, chaveiros, canetas, lhamas de pelúcia, luvas, toucas, ponchos, bolsas, porta-moedas, e muitas outras coisas.

Além de tudo isso, não poderia de deixar de comentar sobre os produtos feitos de coca – folhas secas, chicletes e balas, chocolates, chás, entre outros.

O Mercado das Bruxas funciona todos os dias da semana e o dia todo. Se você gosta de visitar feiras deste tipo, separe pelo menos duas horas para caminhar pelo lugar.




Mi Teleférico

Bom, se você ainda tiver pique e tempo, sugiro que faça um passeio que vai te dar uma noção real da grandiosidade de La Paz: andar em uma das várias linhas de teleférico e ver a cidade lá do alto.

Teleféricos de La Paz

Como o centro de La Paz está em um vale, a cidade foi crescendo cada vez mais para cima da cordilheira que a cerca. E para resolver a questão do deslocamento por aqueles morros enormes, a partir de 2014 começou a funcionar na cidade um complexo de teleféricos bem eficiente.

Em suas 11 linhas diferenciadas por cores, os teleféricos cortam os céus da cidade. Eles sobem e descem a todo momento com várias pessoas que precisam se deslocar entre os bairros.

Pra gente que está ali turistando, andar no teleférico é um passeio e tanto! E o melhor: é baratíssimo! Com 6 bolivianos (+ou- R$ 3,00) você sobe e desce em uma das linhas.

A linha vermelha é uma das melhores para ver toda a cidade

Nós fizemos a linha vermelha, que fica a menos de 1 km do Mercado das Bruxas. Fomos e voltamos à pé sem problemas (exceto pelo ar que as vezes faltava kkk).

Os teleféricos funcionam das 5 horas às 22 horas e a todo instante tem um subindo! Então é só chegar na estação, comprar o ticket, embarcar e apreciar a vista!


2º Dia – Downhill na Estrada da Morte
Bike, adrenalina e ladeiras (muitas ladeiras!)

No segundo dia de roteiro fizemos um dos passeios mais eletrizantes nos arredores de La Paz, o Downhill na Estrada da Morte.

Downhill na Estrada da Morte

São mais de 64 km em um percurso que se inicia a 4.700m de altitude e chega a menos de 1200m acima do nível do mar.

Resumindo: são mais de 4 horas de descida, em um caminho que começa no asfalto e depois segue por uma estrada de terra cheia de curvas, beirando penhascos gigantes.

Pra fazer este passeio, é importante que você goste (e saiba) andar de bike. Mas também você não precisa ser nenhum expert do pedal… a gente encarou o desafio mesmo há muito tempo sem andar de bike e tudo correu muito bem.

4 horas de descida e muita adrenalina

Como o tour é praticamente inteiro de descida, quase não fazemos esforços físicos, o que torna tudo mais divertido ainda!

Se você optar por não encarar essa aventura, no final do post vou deixar mais algumas sugestões de passeios que podem feitos neste dia, ok?

Mais informações
Como conhecer: Contrate o passeio com alguma das agências no centro. Nós fizemos com a No Fear Adventure.
Preço*: O preço varia de acordo com a bicicleta que você escolher. Uma bicicleta mediana, com amortecedor na frente e freio a disco atrás, custa 310 bolivianos por pessoa (+ou- 155 reais).
No caminho, é necessário pagar uma taxa de 50 bolivianos por pessoa para fazer o downhill (+ou- 25 reais).
*Valores referente à março de 2018.
O que inclui: transporte + bike + almoço +  day use em um hotel com piscina
Tempo de passeio: O dia todo. Saímos de La Paz às 9h e só retornamos por volta das 21h.


Quer saber todos os detalhes sobre o downhill? Então veja aqui um post completo sobre o passeio! (em breve)


3º Dia – Chacaltaya
Altitude, neve e curvas

Último dia na cidade, ainda tinha muita coisa pra conhecer!

Paisagem estonteante vista no caminho para o Chacaltaya

Separamos o 3º dia para o tour Chacaltaya + Valle de La Luna.

A ideia de fazer este passeio no final não foi atoa. Levamos em consideração que Chacaltaya é uma montanha que fica a mais de 5.300 metros de altitude. Deixar o Chacaltaya por último diminui as chances de sofreremos com o mal da altitude.

Chacaltaya

O passeio começou às 9h30, quando a van nos buscou na porta do nosso hotel.

Se você nunca ouviu falar sobre o Chacaltaya, saiba que ele já foi a pista de esqui mais alta do mundo, mas, devido ao aquecimento global, a neve começou a diminuir a cada temporada até chegar ao ponto de o lugar não mais oferecer condições para a prática do esporte.

Hoje, a única coisa que sobrou da pista foi a estrutura do Chacaltaya Ski Resort, que inclusive está caindo aos pedaços.

No topo do Chacaltaya

No passeio, vamos de van até uma parte da montanha, depois seguimos em uma curta caminhada até o topo do Chacaltaya. A vista lá do alto é lindíssima e sim, compensa o esforço!

Encarando a imensa montanha!

Vale da Lua

Depois do tour, retornamos para La Paz e seguimos direto para o Valle de la Luna (ou Vale da Lua), que era a nossa próxima atração.

O Vale da Lua recebe este nome devido às formações geológicas que existem lá. O terreno é tão diferente que nem parece ser do nosso planta, lembrando muito a superfície lunar.

As formações rochosas do Vale da Lua

Há até algumas pessoas que defendem que o homem nunca esteve realmente na Lua, e que o Vale foi utilizado para para montar toda a farsa.

Cheio de picos pontiagudos que despontam da superfície desértica, o Vale da Lua ainda se encontra dentro do perímetro urbano de La Paz. Inclusive dá pra ir até lá de táxi e até mesmo ônibus.

No parque existe toda uma estrutura para receber o turista, sendo que as trilhas são todas bem delimitadas e sinalizadas.

Pra quem curte fotografar paisagens, o Vale da Lua é uma boa pedida.

Espécie de cacto encontrado no Vale da Lua. Segundo a guia, esta planta possui substâncias alucinógenas que são utilizadas em rituais espirituais

O tour terminou por volta das 15h e às 15h30 nos deixaram na Plaza de San Francisco.

Aproveitamos então o final do 3º dia em La Paz para voltar ao Mercado das Bruxas e comprar algumas lembrancinhas pra gente.

Mais informações
Como conhecer: Nós contratamos o “combo” Chacaltaya + Valle de La Luna com a agência No Fear Adventure, mas o tour é operado por outra agência. Também dá pra chegar no Valle de La Luna de táxi ou ônibus (pegue a linha 351, saindo do centro).
Preço*:  Entrada no Chacaltaya: 30 bol por pessoa (+ou- 15 reais) + entrada no Valle de La Luna: 30 bol por pessoa (+ou- 15 reais) + Tour (Chacaltaya e Vale da Lua): 90 bol por pessoa (+ou- 45 reais).
*Valor referente à março de 2018.
O que inclui: Indo com uma agência, você terá somente transporte e guia (vale a pena levar algo para despistar a fome)
Tempo de passeio: a van nos buscou às 9:30 no hotel e retornamos por volta das 15:30h.


Veja aqui todos os detalhes sobre o passeio Chacaltaya + Valle de la Luna!


Com três dias completos em La Paz, este foi nosso roteiro. Mais duas opções de passeios você confere abaixo: 😉

Outros passeios

Ruínas de Tiwanaku

Você curte história de civilizações antigas? É fascinado por ufologia? Se amarra em assistir Discovery Civilization? Então conhecer as ruínas de Tiwanaku é um passeio ideal pra você.

Neste tour você conhecerá um sítio arqueológico com os restos de uma cidade que muitos acreditam ser a mais antiga do planeta.

Sua construção foi feita com blocos inteiriços de várias toneladas, e seus encaixes são tão precisos e tão alinhados que ufólogos juram que os seus moradores tiveram ajuda de extraterrestres para poderem construir tudo.

Se quiser mais detalhes sobre o lugar, confira este post do Rafael, no Blog Seu Mochilão.

Luta livre de Cholitas

Cholitas lutando parece estranho né? E deve ser mesmo 😂😂😂

Mas saiba que este espetáculo é uma espécie de tradição cultural da região e em El Alto (cidade satélite de La Paz) existe um ringue específico onde as lutas acontecem.

A cada round as cholitas se esmurram, puxam as tranças uma da outra, pegam impulso nas cordas e “voam” pra cima da oponente e a cada golpe a galera vai a loucura.

As lutas acontecem no estilo das lutas livres teatrais mexicanas e, apesar de serem uma atração para a população e para os turistas, elas simbolizam a força da mulher andina frente às repressões e racismo a que as cholitas são submetidas.

Se você quiser saber como assistir uma luta de cholitas, leia este post do blog Em Algum Lugar do Mundo, escrito pelo Caio.


Espero que você tenha curtido as nossas sugestões! E, caso você saiba de mais algum passeio ou atividade que seja imperdível em La Paz, fique a vontade e “manda vê” nos comentários!

Abraços!


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Author

Flávio é mineiro, formado em Direito e já morou em várias cidades diferentes. Tem a fotografia como hobby e o blog como forma de dividir com outros suas experiências e seus clicks.

4 Comments

  1. Olá Flávio.
    Parabéns pelo post, gostei muito das dicas e com certeza vai ajudar no meu planejamento.
    Estou com uma dúvida e se você puder me ajudar agradeço. Estou pensando e ir de La Paz para Salar de Uyuni de ônibus e a dúvida é sobre as condições da estrada para viajar…li que vcs fizeram o caminho inverso, porém acho que a estrada é a mesma (rsrsrs)…as estradas estão em boas condições? Vocês se sentiram seguros durante a viagem?

    • Flávio Borges Reply

      Oi Pauliane, tudo bem?

      Que ótimo que você curtiu o post!

      Sobre a viagem, fizemos ela à noite para economizar tempo e dinheiro… então, dormimos boa parte do caminho. Mas durante o tempo que fiquei acordado, pude perceber que a estrada tinha bastante curva, mas era boas sim e, inclusive, me senti seguro.
      Fomos de “bus-cama”, com a cia Todo Turismo, e nossa viagem foi bem confortável (tinha até janta! rsrs). Tente ir com esta empresa também, ela é boa..

      Qualquer dúvida, fique à vontade para perguntar.

      Abraços.

  2. Poxa que saudade! Fui em 2010 e 2011 e sinto que preciso voltar, já que muita coisa deve ter mudado.
    A Bolívia é um país que todos deveriam visitar ao menos uma vez na vida. As belezas naturais e a simplicidade do povo mudam a nossa forma de ver o mundo.
    Ótimo post!

    • Flávio Borges Reply

      Olá, Rozembergue!

      Que legal receber um comentário seu 🙂 Sou um dos fãs do mochilaobarato.com!

      Quanto à Bolívia, sem dúvidas, depois de 7 anos você vai encontrar outro país. La Paz certamente deve ter mudado demais. Hoje a cidade é cortada por inúmeras linhas de teleférico que sobem e descem o tempo todo na cidade, e isto deve ter dado outra cara para a cidade, já que agora a parte alta ficou muito mais acessível!

      Não nego que fomos com um pouco de receio, até um pouco de pré-conceito da Bolívia. Mas estes dias que passamos por lá serviram para nos conectar com uma parte da América do Sul que nunca imaginamos que pudesse existir! Aprendemos muito com esta experiência.

      Abraços!

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