Prepare-se: o primeiro contato com La Paz pode impressionar! O trânsito é uma loucura, as ruas são tumultuadas, mulheres com roupas típicas se espalham pelas calçadas vendendo de tudo (desde plantas milagrosas até gelatina com chantilly), a cidade se amontoa em ladeiras intermináveis, homens de terno se deslocam apressadamente de um lado para o outro, igrejas imensas erguem-se em meio a prédios velhos. Simplesmente uma loucura!


Mas não se assuste.

Mesmo no meio dessa bagunça toda, turistar por La Paz foi uma das experiências mais marcantes que eu já vivi viajando. E quando digo “marcante” me refiro ao lado positivo da palavra, pode apostar!

Não vou falar que sempre quis conhecer La Paz. Pra falar a verdade, há alguns anos, eu nunca imaginaria que um dia visitaria a cidade…

Mas La Paz entrou no roteiro do nosso mochilão pelo Chile, Bolívia e Peru, e conhecer a capital administrativa boliviana foi um dos pontos altos da viagem.

Continue lendo este post para descobrir 7 coisas sobre La Paz que podem ajudar a enriquecer o seu roteiro (ou até mesmo salvar a sua viagem)!


Trânsito maluco de La Paz
Trânsito maluco de La Paz

1. La Paz é excêntrica e essa é a melhor parte!

La Paz, a maior cidade da Bolívia, traz consigo características que a tornam um lugar único e logo que pisamos na cidade já percebemos isso.

A primeira coisa que você tem que saber sobre La Paz é que a cidade é muito rica culturalmente e muito pobre economicamente, o que faz surgir contrastes imensos e em todos os sentidos.

Nas ruas do centro, por exemplo, a gente vê casarões e sobrados caindo aos pedaços se misturando com prédios mais modernos.

E se olharmos ao redor, é visível que a cidade foi erguida em meio à cordilheira dos Andes, sendo que as montanhas no entorno do centro de La Paz estão cobertas por casas sem pintura ou reboco.

Não tem como ser diferente, aquele visual nos faz lembrar imediatamente das favelas das grande capitais brasileiras.

Com relação ao turismo, La Paz se mostra uma cidade super receptiva e é muito comum encontrarmos pessoas do mundo todo subindo e descendo – ofegantes, é claro – as ladeiras da cidade.

La Paz é também um local onde a religiosidade se faz muito presente. Mas a religião da cidade mescla o catolicismo com o culto às divindades andinas.

Achei isso super intrigante!

Nas partes mais baixas de La Paz estão os bairros mais ricos. Isso se deve tanto à colonização quanto à imigração. Os estrangeiros preferem fixar residência nos locais mais baixos para não sofrerem tanto com a altitude. Consequentemente, o que sobra para a parcela mais carente são os morros.

Nas várias lojas que entramos víamos representações de Pachamama (ou oferendas à ela) lado a lado com imagens de Nossa Senhora ou Jesus.

Outro contraste evidente: uma das catedrais mais importantes de La Paz, a Igreja de San Francisco, construída pelos espanhóis no século XVIII, dá fundos para o Mercado das Bruxas, um local essencialmente pagão.


LEIA MAIS: O que fazer em La Paz – roteiro de 3 dias


Igreja de San Francisco, em La Paz
Igreja de San Francisco, em La Paz

Essa mescla cultural é devida, em grande parte, à colonização espanhola que introduziu o catolicismo nos Andes, mas que não conseguiu erradicar as crenças locais. No final, tudo se misturou.

A dica para aproveitar La Paz é ir com a mente aberta e separar pelo menos um dia para fazer um “city tour” pela cidade.

Quando estiver turistando por lá, repare na forma de se vestir das pessoas, dê atenção às construções, explore as feirinhas locais, percorra o Mercado das Bruxas, compre lembrancinhas e no final leve para casa histórias sobre um dos lugares mais incomuns do mundo!


2. Alguns passeios próximos à La Paz não podem ficar de fora

A grande La Paz possui pontos bem interessantes para se visitar. Mas saindo da metrópole também encontramos alguns lugares que valem a pena conhecer.

No melhor estilo “bate e volta”, você pode fazer passeios com agências de La Paz, ou mesmo se aventurar e ir sozinho (a).

Nós optamos por fazer os passeios com uma agência e contratamos a No Fear. Fechamos tudo na própria agência, no dia em que chegamos em La Paz.

Pra quem tiver interesse, a No Fear (endereço: 242 Rua de Santa Cruz – dentro do Blanquita Hostel) fica pertinho do hotel que escolhemos, o TerrAndes.


LEIA MAIS: Pelos arredores de La Paz: Chacaltaya e Valle de La Luna


Das opções de passeio, você pode escolher: (ou fazer tudo!)

  • Mergulhar na história pré-inca e visitar um sítio arqueológico que conserva estruturas do povo Tiahuanaco, uma das civilizações mais importantes das Américas;
  • Conhecer as “construções fantasmas” do monte Chacaltaya, lugar em que funcionava a pista de esqui mais alta do mundo, mas devido às mudanças climáticas, que ocasionou o derretimento do gelo, foi praticamente abandonada;
  • Visitar a base da gigantesca montanha Huayna Potosí – ou, se você for montanhista, chegar até o seu cume em uma escalada de 2 dias;
  • Ver de perto as diferentes formações geológicas do Valle de la Luna;
  • Se aventurar de bike pela Estrada da Morte.
  • Subir até El Alto para assistir uma – estranha – luta de cholitas.

3. É preciso ter cuidado com a comida

Não são raros os relatos que vejo de turistas que foram vítimas de intoxicação alimentar causada pelas comidas de rua de La Paz.

No centro, praticamente todas as ruas tem alguma barraquinha “não muito higiênica” com uma chola vendendo tudo que é tipo de comida. Às vezes nem barraquinha tem. Elas sentam-se no chão e esparramam seus produtos sem a menor cerimônia.

Não consegui identificar a maioria dos “quitutes” vendidos nas ruas, mas algumas das coisas que vi eram frutas, empanadas, saladas de frutas, anticucho (espécie de churrasquinho), queijos, sorvetes, uma espécie de gelatina com chantilly (que é bem comum, por sinal) e sucos.

Se eu experimentei as comidas de rua?

Não. Nem eu nem ninguém do nosso grupo.

Pra começar as comidas não pareciam assim serem muito “apetitosas”… fora que a higiene passava longe. E eu também já tinha visto muita gente falando que passou mal, então resolvi não arriscar.

Mas então, caro (a) leitor (a), você deve estar se perguntando: como comer em La Paz de “forma segura”?

Bom, a comida de rua eu já descarto de primeira, e te aconselho a também não se aventurar.

Grande parte dos restaurantes e bares também são “bem suspeitos”, então vale dar aquela boa analisada na fachada e no ambiente interior antes de entrar e pedir o seu prato. Na dúvida, siga os seus instintos e procure outro local!

A forma que utilizamos para escolher onde comer em La Paz foram as avaliações do Trip Advisor. A gente entrava no app e dava aquela pesquisada, sempre escolhendo os lugares com boas recomendações.

Foi assim que chegamos no Tia Gladys, que fica próximo ao Mercado das Bruxas, e é uma uma espécie de café misturado com lanchonete, mas que também serve almoço.

Comemos lá praticamente todos os dias e achamos o lugar bem limpinho e organizado – sem contar que a comida era excelente!

Um lugar que também curtimos e indicamos foi a pizzaria Mozzarela, que fica na mesma rua do Tia Gladys. Pedimos uma pizza lá em duas noites e também aproveitamos para provar a Paceña, uma das mais famosas cervejas bolivianas.

LEIA MAIS: Bruxaria e Feitiçaria – Tudo sobre o Mercado das Bruxas de La Paz

Essa cena eu fotografei em uma feirinha de rua. É muito comum as cholas venderem carnes desta forma. (E o pior, ao lado delas estavam alguns cachorros de rua!)
Essa cena eu fotografei em uma feirinha de rua. É muito comum as cholas venderem carnes desta forma. (E o pior, ao lado delas estavam alguns cachorros de rua!)

4. A altitude pode estragar o seu passeio

Dores de cabeça, vômito, enjoo, insônia, tonturas. Em lugares altos como La Paz, nós, que não estamos acostumados com a altitude, podemos sentir qualquer um destes sintomas ou até mesmo todos eles juntos!

E se a gente não se precaver e tomar algumas medidas para diminuir ou minimizar o chamado “mal da altitude” (ou soroche), podemos facilmente perder um, dois ou mais dias de viagem.

Dependendo, a situação pode se agravar ao ponto de termos que buscar cuidados médicos.

Mas o que exatamente é o Mal da Altitude?

O temido Mal da Altitude é uma reação negativa do nosso corpo quando nos deslocamos rapidamente de lugares muito baixos para pontos muito altos. Exatamente o que ocorre quando pegamos um voo no Brasil com destino a La Paz, Cusco ou Quito.

Resumidamente, a pressão atmosférica é responsável por facilitar nossa respiração, empurrando o ar para os nossos pulmões. Em lugares muito altos a pressão exercida no ar é baixa e consequentemente ficamos com a respiração um pouco comprometida.

Absorvendo menos oxigênio, o corpo reage para que essa falta seja compensada: nossos batimentos cardíacos aumentam e nossa respiração fica mais intensa. Com menos oxigenação e mais esforço do nosso corpo para minimizar a situação acabamos nos sentindo mal

Esses sintomas não são imediatos, então você não precisa se preocupar em passar mal logo que sair do avião. O soroche pode se manifestar depois de 6, 12 ou até 24 horas e, dependendo da pessoa, ele nem aparece.

O que fazer para não passar mal – ou pelo menos não tão mal

Não existe nenhuma pílula milagrosa, um remédio infalível ou mesmo uma vacina contra o mal da altitude. Se você viu isto por aí, desconfie.

Há sim algumas coisinhas simples que você pode fazer para que ele não se manifeste ou, se aparecer, não seja tão forte.

a) Não duvide do soroche: modere os esforços físicos

Se o organismo em lugares com ar rarefeito sofre para conseguir oxigênio, imagina só se você correr, pular, fazer agachamento, ou qualquer outra atividade física? O problema vai se agravar e o corpo vai precisar se esforçar mais ainda para manter a oxigenação.

Então, a primeira dica (que é até um tanto óbvia) é: modere nos esforços físicos.

Nos primeiros dias evite caminhar apressadamente, subir muitas escadas, sentar ou levantar de forma rápida, pular, pegar peso e tudo que possa exigir um pouco mais do corpo.

b) Beba muito líquido (álcool não conta, tá?)

A água é uma grande aliada no combate ao soroche, ainda mais que a tendência de lugares muito altos é serem mais secos. Então hidrate-se bem.

Mas quando digo para ingerir líquidos, não tô falando da cervejinha!

Bebidas alcoólicas tendem a desidratar e, por consequência, agravar os sintomas do soroche.

(Mas se lá pro segundo ou terceiro dia de viagem você não tiver sentido nenhum sintoma do soroche, prove um pisco sour, uma bebida típica dos andes – não conte para ninguém que você leu essa dica aqui 🤫😂)

c) Esqueça o rodízio, prefira comida leves

Se nosso organismo não recebe quantidades necessárias de oxigênio, nossa digestão acaba ficando prejudicada. Então, a dica é optar por comidas mais leves pelo menos nas primeiras 24 horas.

d) Faça um bom seguro viagem

Imagine você em La Paz, uma cidade completamente diferente e, por uma infelicidade, consome um alimento que te deixa mal de verdade.

Nessas situações a gente sempre tem duas opções: se o caso não for grave (como um piriri repentino kkk), a primeira coisa que fazemos é tomar algum remédio.

Sempre levamos uma bolsinha com medicamentos para coisas mais comuns (alergias, resfriados, diarreias, dores musculares…) e que já estamos acostumados a usar. Aqui você pode conferir nossa lista completa.

Agora, para um problema mais complexo e que demande um atendimento médico, estamos sempre cobertos por um bom seguro viagem.

Com um seguro viagem, temos a tranquilidade de poder aciona-lo em qualquer lugar, sermos direcionados a um hospital ou posto de saúde para receber atendimento, ou até mesmo que o médico venha até onde estamos.

Fora que, dependendo do país, consultas e procedimentos médicos são caríssimos e com um seguro ficamos livres destes gastos. Tem seguradora que atende até mesmo por whatsapp!

Então, para La Paz ou para qualquer outro destino internacional, recomendo que você faça um seguro e viaje tranquilo(a).

Nossa dica para contratar o seguro é pesquisar preços e coberturas em sites que comparam os planos de várias seguradoras.

Para isso, sempre utilizamos os sites da Real Seguros e da Seguros Promo.

e) Use e abuse da folha coca

Tome chá de coca, chupe balas de coca e masque as suas folhas.

“Mas não é com a folha de coca que fazem cocaína???”

Sim, mas a folha de coca em si não é uma droga… e esta é mais uma coisa que você precisa saber sobre La Paz. Confira o próximo tópico!


LEIA MAIS: Downhill na Estrada da Morte: passeio eletrizante em La Paz


4. A folha de coca não é ilegal e é altamente comercializada

Três coisas têm que ficar bem claras sobre o uso da folha de coca nos países andinos:

  1. Não, a folha de coca não se confunde com a cocaína;
  2. A folha de coca é um bom antídoto para os males que o soroche causa no nosso organismo;
  3. Se até o Papa não tem preconceito, então você também não precisa ter 😂

A coca, além de ter propriedades medicinais, é tida pelas religiões andinas como uma planta sagrada.

Assim, o consumo da folha é difundido em países como o Peru, a Bolívia e o Chile (principalmente no Atacama), fazendo parte das tradições e culturas locais.

Se a gente for comparar, a coca está para os bolivianos, assim como o mate está para o gaúcho.

Folhas de coca

O uso da folha de coca por turistas é bastante recomendável. Isto porque a coca possui substâncias que combatem diretamente os efeitos do soroche.

Tá, mas e a cocaína?

A coca é sim um dos ingredientes principais da cocaína. Mas, para se obter poucas gramas da droga é necessário processar milhares e milhares de folhas.

Então, pode ficar tranquilo(a). Tomar chá de coca, chupar um caramelo de coca ou mascar algumas folhas não trazem os efeitos negativos da droga, e muito menos causam dependência.

Por ser muito popular, a coca é encontrada em todos os lugares de La Paz. Os comércios da cidade vendem a folha e a bala e hotéis e restaurantes costumam servir o chá para seus hóspedes/clientes.



6. Cholas: você encontrará várias em La Paz

Elas andam com uma saia bem volumosa e colorida tipo pollera, um poncho sobre os ombros (chamado Awayo), cabelos divididos em duas tranças e um chapéu-coco (estilo Charlie Chaplin). Não tem como não reparar nas Cholas.

Várias vezes, ao me arrastar pelas ladeiras de La Paz, eu as via subir e descer os morros carregando um monte de coisas dentro de seus awayos (inclusive seus filhos!).

Quase sempre elas me ultrapassavam com seus passos ligeiros. As Cholas são mulheres fortes, isto eu pude perceber!

Já tinha visto várias fotos delas na internet, mas só fui descobrir quem elas eram realmente quando a guia de um dos passeios que fizemos nos explicou a história por trás das vestimentas que elas usam.

Ela nos contou que as Cholas representam a resistência da etnia indígena campesina contra a imposição do modo de vida dos colonizadores, os espanhóis.

LEIA MAIS: Isla Del Sol: A ilha sagrada dos Incas

Cholas em La Paz
Cholas em La Paz

Mas a roupa em si não é originária da cultura inca, na verdade ela foi imposta pela coroa espanhola, quando, em uma rebelião indígena durante a colonização, o rei proibiu que os bolivianos utilizassem roupas incas.

O termo chola passou então a ser usado como forma pejorativa, referindo-se à mulher que largou o campo e foi morar na cidade.

Com o tempo o nome ganhou sentido oposto, e hoje, as mulheres chamadas de Chola se orgulham por manterem as tradições de seus antepassados.

Fatos e curiosidades sobre as Cholas:

  • Em El Alto existe um ringue onde acontecem lutas livres de Cholitas.
  • Um grupo de cholas já chegou no topo do Aconcágua.
  • Em cada região da Bolívia as cholas se vestem de uma forma específica. Em La Paz, por exemplo, elas utilizam esse chapéu pequeno, já na região de Cochabamba elas usam um chapéu maior.
  • Mesmo entre as Cholas existem classes sociais diferentes. As Cholas mais ricas utilizam chapéus, saias e ponchos que podem custar uma grana!

7. O teleférico é um transporte eficiente em La Paz e também uma atração turística (barata!)

Que tal ver La Paz de cima e ainda pagar pouquíssimo por isso?

Com apenas 6 bolivianos (+ou- 3 reais) é possível subir e descer em uma das linhas do teleférico que cortam a cidade e ter uma vista sensacional da capital!

O sistema de teleférico de La Paz funciona para os bolivianos como um transporte público eficiente e econômico, mas, para a gente que está turistando, é uma oportunidade de passeio pra lá de imperdível.

Apesar de toda a precariedade de La Paz, eu achei o teleférico uma ideia super moderna.

Como eu disse no comecinho deste post, a cidade foi crescendo de forma desordenada e a falta de espaço obrigou a população pobre a subir a cordilheira, literalmente. Na parte baixa de La Paz tem mais oxigênio e é menos frio e, consequentemente, é onde mora a parcela mais rica da população.

Teleférico de La Paz
Teleférico de La Paz

Vários bairros de La Paz e também a cidade satélite de El Alto estão amontoados montanha acima. E, para integrar os que vivem lá no alto com o centro de La Paz, que é onde muita coisa acontece, foi instalado, em 2014, duas linhas de teleférico.

Hoje, o transporte já opera com 10 linhas, dividas por cores.

Nós fizemos a linha vermelha, que fica a menos de 1 km do Mercado das Bruxas. Fomos e voltamos à pé sem problemas (exceto pelo ar que as vezes faltava kkk).

Compramos o ticket na hora, de forma bem simples e fizemos o percurso! Não vou falar que não dá um friozinho na barriga, por que dá. Mas a adrenalina faz parte do passeio!

Se você puder fazer este passeio também, não pense duas vezes. Os teleféricos funcionam das 5 da manhã às 22 horas.


8. (Bônus!) Onde ficar em La Paz

Para escolher nossa hospedagem em La Paz, optamos pela localização mais central. Assim estaríamos mais próximos das agências de turismo e também dos pontos de interesse (como o Mercado das Bruxas e as praças centrais).

Nossa escolha foi um hotel sem muito luxo, mas que supriu todas as nossas necessidades. Ficamos no Hotel TerrAndes (nome Qantu, no Booking) que fica a menos de 5 minutos caminhando do Mercado das Bruxas.

Perto do TerrAndes encontramos lugares legais para comer (incluindo os dois que mencionei, Tia Gladys e pizzaria Mozzarela), várias lavanderias, casas de câmbio (inclusive onde conseguimos a melhor cotação na época da viagem!), agências de turismo e mercados. O café da manhã do hotel também era muito bom.

Se você quiser mais uma opção de hotel legal no centro, pode dar uma conferida no Hotel Rosario La Paz, que fica a poucos metros de distância do TerrAndes. O preço é um pouco mais elevado, mas suas avaliações no Booking são ótimas e parece ser mais confortável também.

Agora, se quiser fugir do centro e ficar em um lugar mais tranquilo e mais nobre, poderá optar pelos hotéis do bairro Sopocachi. Este bairro é um pouco mais distante do centro mas é bem preparado para receber turistas.

Mais organizado e mais bonito que a área central, o Sopocachi tem excelentes hotéis. Um deles é o Mitru, um hotel moderno, sofisticado, mas um pouco mais caro também.

Ainda na região do Sopocachi, mas pagando menos, dê uma olhadinha no Tinka.


Estas são 7 informações (+ uma de bônus) sobre La Paz que achei legal compartilhar com você.

Algumas coisas do post são só curiosidades, já outras podem auxiliar no seu planejamento ou até mesmo te ajudar a prevenir possíveis perrengues.

Se você já turistou por por La Paz e tem mais informações e dicas sobre a cidade, deixe um comentário pra gente!

Vou adorar saber mais sobre a capital boliviana, e certamente seu comentário ajudará outros viajantes.


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Author

Flávio é mineiro, formado em Direito e já morou em várias cidades diferentes. Tem a fotografia como hobby e o blog como forma de dividir com outros suas experiências e seus clicks.

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