Yo sobrevivi el camiño de la muerte“. Esta é a frase estampada na camisa que ganhei logo após completar, de bike, todo o percurso da famosa Estrada da Morte, um dos percursos mais perigosos do mundo!

Ganhar a camisa foi super legal, não tenho dúvidas! Mas a sensação de sair ileso de uma das aventuras mais radicais que existem na Bolívia vai ficar pra sempre!

Neste post, vou tentar te passar um pouquinho do que senti naquele dia, mas já adianto que somente encarando a estrada da morte de frente é que você vai realmente compreender a adrenalina de percorrer sobre duas rodas um dos caminhos mais temidos do mundo!


Leia também: O que fazer em La Paz – Roteiro de 3 dias.



Inicialmente, quero que saiba que você não precisa ser um(a) super atleta para encarar este desafio. Também não é necessário que você seja um(a) ciclista experiente. Na verdade, o único requisito necessário para pedalar na estrada da morte é saber andar de bicicleta.

Para você ter uma ideia, nem eu nem a Geisi temos um condicionamento físico invejável e estávamos sem andar de bike há muito tempo (no caso da Geisi, há mais de 15 anos 😅). Mesmo assim a descida foi bem tranquila. Exigiu um pouquinho da gente sim, mas deu pra levar numa boa!


Bora então ver como é o passeio?



Sobre a Estrada da Morte (Death Road)

Junto às imensas cordilheiras bolivianas, a estrada inicia-se literalmente nas nuvens! E em uma descida contínua e brusca, o caminho vai de 4700 metros à 1200 metros de altitude em menos de 65 km de extensão! Quase uma queda livre!

Em um breve resumo, a gente começa a aventura por entre picos nevados, passa por uma estrada de terra que contorna precipícios, e, ao final, estamos pedalando em meio à uma floresta tropical úmida.

Paisagens lindas pelas quais passamos na primeira parte do passeio

Quanto ao nome “estrada da morte”, já dá pra imaginar de onde ele saiu, né?

O fato é que a estrada da morte já fez incontáveis vítimas!

Talvez por ir serpenteando entre paredões e penhascos que podem chegar a mais de 600 metros de altura. Ou mesmo porque é de mão é dupla sendo que e em muitos trechos a estrada é tão estreita que não passa de 3 metros de largura. Ou ainda pela questão de o caminho ser inteiro de pedras soltas e a neblina muitas vezes encobrir toda a pista. O certo é que motivos não faltam para justificar o seu nome!

Há pouco mais de 10 anos, a média de mortes anuais na estrada era de 200! Em 2007 foi construída outra pista mais segura e o número de mortos caiu consideravelmente, mas mesmo assim as tragédias ainda acontecem por lá.

A Estrada da Morte fica constantemente coberta por nuvens e neblina. Chuvas e neve também são bem comuns por lá.

Com relação à ciclistas, há o registro de ao menos 20 mortes até hoje. Praticamente todos eram turistas.

Se você tem vontade de fazer este passeio, não deixe esses números te intimidarem. Pedalando com responsabilidade, sem fazer qualquer tipo de idiotice manobra arriscada (como empinar a bike ou desobedecer as orientações dos guias), a descida é bem tranquila.

Se pararmos para pensar, o número de tragédias nem é tão grande assim se considerarmos que anualmente milhares de turistas encaram esta aventura! (Te convenci? 🤣)

Tirando estes números um pouquinho assustadores, o perigo da estrada da morte se ofusca quando paramos para reparar em toda a beleza que o caminho possui!

No início do passeio, a paisagem segue aquele padrão de altitude: montanhas nevadas, gramados imensos com lhamas pastando, lagos enormes formados pelo degelo da neve – e se você der (muita) sorte, pode até topar com um urso de óculos, o único urso da América do Sul!

Ao entrar na estrada da morte os precipícios ficam mais evidentes, a temperatura vai aumentando, surgem cachoeiras, a mata fica mais densa e as árvores maiores.

Por toda a extensão da Estrada da Morte foram colocadas cruzes como lembrança daqueles que se perderam no caminho

Se não fosse necessário manter a concentração o tempo todo na estrada, certamente eu poderia ficar o percurso inteiro admirando aquela paisagem estonteante!


Contratando o passeio

Nas ruas do centro de La Paz não faltam agências que oferecem o famoso downhill.

Mas é importante ficar atento e escolher uma agência confiável. Guias com experiência, bicicletas boas, carro de apoio, equipamento completo (capacete fechado, cotoveleira e joelheira) são itens a se avaliar na hora de contratar o seu passeio.

Nós fechamos com a empresa No Fear, que fica na rua Santa Cruz (dentro do Blanquita Hostel), bem próxima de onde nos hospedamos (hotel TerrAndes). A empresa é nota 4.5 no TripAdvisor e chegamos até ela pela recomendação de vários outros brasileiros.


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Agência No Fear

Se comparada com as outras empresas que oferecem o mesmo passeio, a No Fear tem um preço mediano. Não é a mais cara, mas também não é a mais barata.

A empresa disponibiliza os itens básicos de segurança (capacete fechado, joelheira, cotoveleira e luvas) e também oferece jaquetas e calças corta vento.

Assim como quase todas as agências de La Paz, a No Fear exige que você faça a reserva do passeio com pelo menos um dia de antecedência.

Há a opção de reservar o passeio por email ou whatsapp, mas é legal fechar o tour na própria agência para que você experimente e já deixe separado os equipamentos que vai usar no dia da descida.

No tour está incluso o café da manhã, o almoço e um pequeno lanche servido durante a descida.

Quanto às bikes, os preços variam de acordo com o conforto que elas oferecem. São disponibilizados 4 tipos de bicicletas:

  • Bike tipo 1 – tem freios à disco hidráulico e suspensão traseira e dianteira – melhor bike da agência; 
  • Bike tipo 2 – tem freios à disco hidráulico e apenas suspensão dianteira;
  • Bike tipo 3 – um pouco inferior à Bike tipo 2, também tem freios à disco hidráulico e suspensão dianteira;
  • Bike tipo 4 – tem freios à disco mecânico e apenas suspensão dianteira.

Se você não tiver intimidade nenhuma com bicicletas, não aconselho que pegue a mais barata. O freio dela não é tão suave quanto as outras, lembrando que o freio é a principal coisa com que se preocupar nesta descida!

Nós optamos pela bike tipo 2, mas pra falar a verdade, senti falta de uma suspensão mais confortável. A estrada é muito irregular e cheia de pedregulhos, e no final do passeio fiquei com os braços e pernas bem cansados da tremedeira (sem falar na dor na bunda kkk)… Bom, pelo menos economizei! 😅

O preço da bike tipo 2 era de 310,00 bolivianos, o que dava mais ou menos R$ 155,00.

A NoFear oferece também serviço de foto e vídeo, mas a qualidade é terrível um pouco baixa, então, caso você também contrate esta agência, considere levar uma câmera de ação, tipo GoPro ou SJCAM (eles disponibilizam capacetes com suporte para elas). Se você não tiver uma câmera assim, uma boa pedida é levar o seu celular para garantir algumas fotos com boa qualidade – para sua segurança, use somente nas paradas, ok?

E como eu contei lá no comecinho do post, no final do tour todos (os sobreviventes 😂) recebem uma camiseta para ostentar todo o orgulho de ter passado pela estrada da morte e é disponibilizado um link para que os participantes façam o download das fotos.


Não preciso nem comentar que não dá pra fazer um mochilão sem seguro viagem, né? Descer a estrada da morte então, nem se fala! Faça uma cotação com a Real Seguros,  que compara os valores de várias seguradoras do mercado e sempre oferece os melhores preços! 


Nossa experiência na estrada da morte

No dia da descida, o café da manhã foi servido para o nosso grupo +ou- às 7h30h, no Restaurante Tia Gladys, que fica pouco acima da agência No Fear.

Quem ainda não tinha escolhido os equipamentos teve que chegar mais cedo na agência, separar tudo e só depois subir para o café.

Aproveitando, já deixo a indicação super positiva do Restaurante Tia Gladys. Já tínhamos ido nele e o encontramos pelas boas avaliações do TripAdvisor. Simplesmente adoramos! Lá eles servem café da manhã, almoço e jantar e a tia Gladys é uma senhorinha que recebe muito bem todos os turistas. A decoração também é super legal, nas paredes tem bandeiras e cartazes de vários cantos do mundo e nas mesas, sob um vidro, estão recados escritos em guardanapos, moedas, cartões, notas, fotos e muitas outras coisas que turistas de várias nacionalidades deixam por lá.

Depois do café, nosso grupo foi dividido em um ônibus e uma van e então seguimos para o início da aventura.

Nosso grupo foi dividido em dois. Em um ônibus foram os que optaram pelo tour em inglês, e em uma van foram aqueles que optaram pelo espanhol

A distância entre La Paz e La Cumbre (ponto inicial da descida) é de cerca de 100km.

No caminho de La Paz até lá, fizemos uma pequena paradinha para comprar alguns snacks e também para ir ao banheiro (diga-se de passagem, esse foi um dos piores banheiros que usamos na viagem, ou melhor, na vida! haha).

A preparação

Ao chegar no ponto inicial, colocamos nossos equipamentos, recebemos nossas bikes e demos algumas voltinhas para nos familiarizar com elas.

Preparação para o início da descida

Ali a vista já era linda! Estávamos às margens de um lago bem grande, cercado por montanhas. O frio era intenso.

Já com todos prontos, os 3 guias reuniram o grupo de 19 pessoas e um deles começou a passar as instruções iniciais para a descida.

A todo tempo era frisado a questão da segurança e pra dar aquele reforço aos avisos eles sempre lembravam que qualquer imprudência ou desobediência às regras poderia resultar em uma morte rápida e um tanto quanto dolorosa em um dos vários penhascos da estrada. 😮

Foto do nosso grupo todo, que era composto por pessoas de várias idades e de diferentes nacionalidades

Eu optei por levar minha mochila, mas praticamente todo mundo deixou tudo na van/ônibus – que foram nos acompanhando durante o passeio.

Primeira parte – esquentando os pneus no asfalto

Pra mim, a parte mais legal (e tranquila) do passeio foi justamente os 20 primeiros quilômetros!

Em um asfalto lisinho, descendo entre montanhas e picos nevados, a gente vai percorrendo uma descida que parece não ter fim. Esta parte do percurso é ideal para testarmos a bicicleta.

Em certos momentos, chegamos até a pegar um pouco mais de velocidade, ultrapassando os 50 km/h.

Primeira parte: 20 km de asfalto

Quem pedala sabe que pegar uma descida “infinita” assim, sem ter que fazer o mínimo esforço no pedal é uma delícia!

Nesta primeira parte, a principal dica é tomar cuidado com o movimento da rodovia. Em muitos trechos cruzamos com carros indo na direção oposta ou somos cortados por veículos que também estão descendo.

Os guias vão distribuídos entre o grupo. Um fica mais atrás com os mais lentos, outro vai à frente pra controlar os mais apressados e o terceiro vai fazendo fotos e filmagens. De certa forma, o grupo segue sempre junto, sendo que em vários momentos os guias param, reagrupam todos para só então continuar a descida.

O ponto final desta primeira parte é um pequeno vilarejo. Lá é recolhida a taxa de entrada no Parque no valor de 50 bols, e os guias colocam as bikes novamente no suporte da van e do ônibus para finalmente seguirmos para a estrada da morte.

Nesta paradinha também é oferecido um lanche – pão com ovo, Coca-cola, banana, água e um chocolate.

Fim da brincadeira! Chegou a hora de enfrentarmos a assustadora Carretera de La Muerte!


Segunda parte – pedalando na estrada da morte!

A van parou, todos descemos e eu já me arrepiei todo! A estrada estava toda encoberta por uma neblina espessa, dando aquele climão de filme de terror ao lugar.

Tenho certeza que para a estrada ganhar esse nome peculiar, aquela neblina tinha alguma parcela de culpa nessa história!

Ponto inicial da Estrada da Morte

Mais uma vez os guias reuniram o grupo e fizeram o briefing de segurança. Dessa vez as instruções eram um pouquinho diferentes:

Permaneçam do lado esquerdo da estrada, principalmente em curvas e quando avistarem outros veículos!

Na hora, já pensei: Lado esquerdo? Como assim? Não é justamente do lado esquerdo que estão os precipícios? Ele só pode ter confundido!

Mas não! Apesar de assustadora, esta instrução é para que a gente possa ter a chance de ver com a maior antecedência possível os carros (ou caminhões, ou ônibus, ou carroças, ou qualquer outra coisa que esteja subindo), coisa que não aconteceria se ficássemos o tempo todo do lado direito da via, ao lado do paredão.

E quanto a menção de caminhões e ônibus na estrada, é até difícil de acreditar, mas sim, eles trafegam na estrada da morte que, pra piorar, é de mão dupla e super estreita. Bom, eu não sei como fica se dois caminhões se encontrarem na estrada. Se alguém souber, por favor, me conte!

Em vários lugares da estrada existem quedas d’água. Em um ponto até passamos por baixo de uma!

Iniciamos a descida e a adrenalina já estava correndo por todo o corpo! A descida realmente é algo surreal, marcou nossa viagem e nunca vou me esquecer disso!

O percurso todo durou 4h30, entre descida e paradinhas para reagrupar e tirar fotos. Pra falar a verdade, a impressão que tive foi que o tempo passou muito mais rápido!

Note a altura deste barranco!!

O caminho? Incrivelmente lindo! A cada quilômetro a mata ficava mais densa e cascatas despencavam pelos paredões.

No meio da aventura, chegamos na curva mais conhecida por lá: a Curva del Diablo!Segundo um dos guias, quando o capiroto está entediado ele fica bem ali, na espreita, só esperando para levar mais uma vida. Os locais acreditam que ele usa de seus artifícios maléficos para confundir os que trafegam na estrada, fazendo com que os motoristas enxerguem uma reta ao invés de uma curva e acabem caindo montanha abaixo!

E é na Curva del Diablo que rola a foto mais legal do passeio:

A qualidade da foto não está das melhores, mas esta é a Curva del Diablo!

Só pra você não sair daqui achando que o caminho é 100% de descida, bem no finalzinho, já quase chegando no povoado de Coroico, a gente tem que pedalar por alguns km… mas é coisa pouca, não dá nem pra cansar!

No final do passeio, os guias conferem se estão todos bem (ou se ao menos estão todos ali 😅) e rola mais uma foto do grupo todo!

Cansaço batendo no final do percurso

Todos então retornam para a van e seguimos para o almoço.


Almoço em Coroico

Depois de todo o esforço, era hora de almoçar.

O almoço, no estilo self-service, foi servido no restaurante de um hotel/clube. Tinha arroz, batata frita, salada, frango e outras coisas que não me recordo 😅. A comida era simples, mas bem gostosa (se bem que com a fome que eu estava, acharia qualquer coisa uma delícia 😆).

E depois do almoço ainda rolou uma piscininha.

Se você também for fechar o downhill com a NoFear, não se esqueça de levar roupa de banho!  – Toalha eles disponibilizam 😉

O mergulho durou cerca de uma hora e foi mais pra galera se refrescar do calorzão e relaxar um pouquinho. Às 16h30 já estávamos novamente na van seguindo para La Paz.

Estrada da morte II: voltando pra La Paz

Quando entramos na van e pegamos a estrada, todos pensaram que já estava tudo tranquilo. O cansaço já estava até dando aquele sono. Eu mesmo planejei tirar um cochilo até La Paz…

O que ninguém imaginava era que a nova estrada que eles tinham construído para substituir a estrada da morte não fosse assim tão mais segura que a antiga.

Você não imagina o que passamos nas 2 horas e meia que levamos até La Paz! Hoje dou risada, mas na hora quase me borrei todo! 🤣




A estrada era asfaltada, até aí tudo ótimo. Nas curvas (quase sempre) tinha aquela proteção para evitar que os carros passassem direto, o que é um grande avanço… mas os penhascos eram tão altos como na outra estrada e o caminho era praticamente inteiro de curvas! Haja estômago!

Pra piorar tudo, nosso motorista não tinha o mínimo de noção do perigo!

A van, que era bem velha, ia penando pra conseguir vencer as subidas gigantes e no caminho tinha um monte de caminhões andando a 10km por hora. Nestas circunstâncias, o nosso motorista (que parecia estar desesperado pra chegar em casa) simplesmente saía cortando todo mundo!

Não importava se na frente tinha uma curva tão acentuada que não dava pra ver nada na frente e a gente tivesse que contar com a sorte, não importava se ele levaria um tempo considerável para conseguir ultrapassar os caminhões e carros, não importava se na frente já estivesse vindo um carro e ele tivesse poucos segundos para ultrapassar… o negócio dele era não ficar atrás de ninguém!

Toda hora que ele partia para a ultrapassagem, ele desandava a piscar o farol, como se aquilo fosse congelar todo mundo que estava descendo para ele poder ultrapassar tranquilamente. E quanto mais escuro ficava, mais perigosa também ficava a situação.

Tiveram vezes em que nossa van ficou lado a lado a um caminhão e teve que voltar às pressas pra trás dele porque vinha outro carro na mão oposta…

A cada curva todo mundo se segurava e ficava super apreensivo. A turma até reclamava, mas o motorista se divertia com nosso desespero.

Não sei se por sorte ou porque realmente não era a nossa hora, conseguimos chegar vivos a La Paz. E hoje eu falo pra todo mundo: o downhill é fichinha perto do cagasso (perdão pela palavra) que passamos na volta deste passeio!


Bom, pra concluir, quero que você saiba que mesmo com todos os apertos que passamos e mesmo com todo o cansaço que sentimos, não tenho como não indicar este passeio!

Como já disse, o downhill é algo que nunca tinha imaginado fazer e que se tornou uma das coisas mais marcantes que já vivenciei em viagens! Esta descida, sem sombra de dúvidas, foi uma experiência para toda a vida!


O que levar para o passeio

  • Lanche
  • Óculos de sol
  • Protetor solar
  • 50 bol para pagar a entrada
  • Dinheiro extra para bebidas no final do passeio ou para comprar lanches na primeira parada
  • Chinelos
  • Jaqueta/blusa quentinha para a primeira parte do passeio e corta vento impermeável

A agência indica que a gente leve tênis e meias extras, nós não levamos e também não precisamos. Mas se estiver chovendo, acho importante levar.


Espero que tenham curtido o relato! No próximo post, veja tudo sobre outro passeio bem interessante a ser feito nas proximidades de La Paz: a subida ao Chacaltaya!



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Author

Flávio é mineiro, formado em Direito e já morou em várias cidades diferentes. Tem a fotografia como hobby e o blog como forma de dividir com outros suas experiências e seus clicks.

6 Comments

  1. Lidia Kiyomi Mizutani Reply

    Olá! Eu e meu marido vamos para a Bolívia em Abril de 2019. Adorei o relato de vocês! muito bem detalhado! Obrigada pelas dicas!

    • Flávio Borges Reply

      Oi Lidia! Que legal que você curtiu nosso relato. O downhill é uma aventura e tanto!

      Sobre a viagem, vocês já incluíram a Isla del Sol no roteiro? A ilha não fica longe de La Paz e é um destino bem interessante para turistar.
      Se você quiser ler sobre, dê só uma olhada neste artigo: Isla del Sol a ilha sagrada dos Incas. (clique)

      Abraços

  2. Glasi Guizalberth Reply

    Uau!!!!!! Tô indo pra Bolivia em novembro, não vejo a hora de fazer esse passeio!!! Obrigada pelas dicas, foram super valiosas!

    • Flávio Borges Reply

      Oi Glasi

      Que bom que você gostou!

      Se pintar alguma dúvida ai no roteiro, deixe um comentário aqui que no que der a gente ajuda, ok?

      Abraços

  3. Valeu pelas informações, Flávio! Ainda estou com medo de fazer o downhill, mas tenho até abril pra tomar coragem hahaa

    Abraços!

    • Flávio Borges Reply

      Fala Felipe

      Não precisa ficar com receio não, se você descer com calma e atenção não correrá risco algum! Este é um passeio bem diferente… se você gosta de pedalar, nem que seja um pouquinho, vale muito a pena.

      Abraços

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