Olhando pela janela do ônibus, a única coisa que eu via era a imensidão do deserto da região de Paracas. Não tinha uma plantinha sequer… nem mesmo um cacto! Cheguei até a pensar: “será que alguma coisa consegue sobreviver em um lugar tão seco assim?” A verdade é que eu mal sabia o que estava para ver naquele dia.

O deserto naquela região realmente é implacável! A quantidade estimada de chuva por lá é de irrisórios 5 cm por metro quadrado. A água que cai no chão, se não evaporar antes de chegar ao solo, é sugada instantaneamente pela areia seca!

Chega a ser até irônico, mas mesmo com este clima extremamente árido e em um cenário onde o verde quase não existe, a região de Paracas dá um show quando o assunto é vida e biodiversidade marinha! E este é um dos principais motivos que levam viajantes do mundo inteiro até lá.

Apesar de muita gente optar por visitar Paracas em um rápido bate-e-volta saindo de Huacachina ou Lima, esta não é a melhor forma para conhecer o lugar, na minha opinião.

Se você realmente quer conhecer Paracas e aproveitar o melhor deste destino fantástico e recheado de paisagens inimagináveis, considere dormir pelo menos uma noite na vila.

Leia este post até o final e veja tudo o que você precisa saber para curtir o melhor de Paracas!


O que fazer em Paracas | Navegue pelo post


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Seguro viagem é um item essencial para qualquer viagem internacional, e para o Peru não seria diferente.

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Paracas, Peru – um refúgio da vida marinha

A gente vai seguindo pelo deserto, até que, do nada, estamos diante do Oceano Pacífico. Sem cerimônia alguma, o deserto extremamente seco acaba de uma vez no mar.

E é exatamente neste ponto de encontro entre o mar e o deserto é que a natureza revela toda a sua beleza e a vida mostra toda a sua força para contornar as situações mais adversas.

Se no continente tudo é seco e a vida é escassa, no litoral de Paracas as coisas mudam radicalmente de figura.

Existe uma corrente de água marinha, a chamada Corrente de Humboldt, que nasce nas águas geladas da Antártica e percorre a extensão do litoral oeste da América do Sul, trazendo consigo uma infinidade de peixes para a costa de Paracas.

Com a fartura de cardumes e crustáceos, Paracas vira um lugar ideal para a vida selvagem. Lobos marinhos, pinguins, pelicanos, gaivotas, golfinhos, tartarugas e até baleias… é animal que não acaba mais em um dos refúgios marinhos mais ricos do mundo!

Esta biodiversidade imensa e fácil de ser vista é uma atração e tanto para biólogos, observadores da vida selvagem, fotógrafos de natureza e, é claro, turistas que amam destinos que envolvam esse tipo de destino.

Fique sabendo
A Corrente gelada de Humboldt é a principal responsável pelos desertos do lado oeste da América do Sul (inclusive o Atacama). Com as baixas temperaturas das águas, a água não evapora o suficiente fica extremamente seco, o que causa o clima desértico.

Como se não bastasse a imensa quantidade e variedade de animais, Paracas ainda é abençoada com cenários extraordinários!

A costa do Pacífico nem sempre termina em praia. Muitas vezes o que separa o mar da terra é um paredão imenso! E no litoral de Paracas existem muitos deles.

Estes precipícios também viram atração turística, é claro! E vou te contar que assistir, do alto de um paredão, o por do sol caindo sob o oceano e colorindo o mar de vermelho e laranja é um espetáculo à parte!

Reserva Nacional de Paracas, Peru
Reserva Nacional de Paracas

A vila de Paracas

É até estranho ver aquela vilinha simples, de casinhas brancas, no meio do nada. Paracas tinha tudo para ser uma vila comum de pescadores, mas, como comentei acima, a natureza foi generosa com a região e a tornou um lugar bem incomum!

Sorte para os moradores locais, que além da fartura da pesca, aproveitam os atrativos da região para tirar seu sustento.

Mas, mesmo sendo bem turística, não espere muita estrutura de Paracas. Tudo por lá é bem simples e o lugar é até um tanto carente.

A principal rua da vila é a El Chaco. Nela você encontrará diversas opções de hospedagem, agências de turismo, caixas eletrônicos, mercados, lojinhas de roupas, lavanderias e restaurantes.

Paralela à rua El Chaco, você encontrará na orla um grande calçadão repleto de restaurantes e bares servindo vários tipos de frutos do mar. Neste calçadão os restaurantes serão um pouco mais caros se comparados com os restaurantes da El Chaco, mas por alguns soles a mais você terá a oportunidade de tomar uma Cusqueña [ou um suco] apreciando o mar do Pacífico!

Vila de Paracas
Vila de Paracas

O que fazer em Paracas, Peru

Paracas é o destino certo para quem gosta de natureza e aventura! Entre as principais atrações de lá estão as famosas ilhas Ballestras e a Reserva Nacional de Paracas.

Confira nos detalhes o que fazer em Paracas e entenda por que este é um destino obrigatório no Peru!

1) Conheça a Reserva Nacional de Paracas em um passeio de buggy

A Reserva Nacional de Paracas é enorme! São cerca de 335 hectares de deserto, dunas, rochas, paredões, praias, ilhas e mar. E existem várias formas de percorrer a Reserva e muitas coisas para se ver e fazer por lá.

Fique sabendo
Dos 335 hectares da Reserva Nacional de Paracas, mais de 65% são áreas marinhas.

Paracas: Passeio de buggy
Passeio de buggy

Nós preferimos conhecer a reserva contratando um passeio de buggy, em um final de tarde.

Escolha mais do que certeira!

Indo neste horário, tivemos a oportunidade de presenciar as tonalidades pálidas da paisagem desértica se tornarem alaranjadas à medida que o sol ia se pondo no mar.

Tanto o passeio de buggy, quanto o passeio de barco até as Ilhas Ballestas (já já falo dele) foram feitos com a empresa Playa Roja Tours, onde contratamos os dois tours logo que chegamos a Paracas.

No horário marcado, mais precisamente às 16 horas, fomos para a agência para fazermos o passeio. Lá encontramos o nosso guia, pegamos os capacetes, demos partida no buggy e aceleramos deserto afora.

Dirigir buggy ou quadriciclo na Reserva é uma delícia! Ora estávamos em retas gigantes, ora subindo e descendo morros de areia e pedras. No final o passeio acabou virando uma aventura (e a gente saiu coberto de areia por todas as partes do corpo!).

O tour durou ao todo 2 horas, entre paradinhas em lugares estratégicos e deslocamento.

Saindo de Paracas, a primeira parada é logo na portaria da Reserva. Ali é necessário pagar a taxa de entrada, no valor de 17 soles por pessoa. (preço de mar/2018)

A segunda parada do tour foi em um dos cartões postais de Paracas, a famosa Playa Roja ou Praia Vermelha.

Playa Roja - Paracas, Peru
Playa Roja

A cor incomum desta praia é resultante da erosão de uma rocha que contém magma solidificado, chamada granodiorito rosa.

Este ponto é só de observação, já que é proibido acessar a praia – e mesmo que fosse permitido, seria bem difícil descer aqueles imensos penhascos para chegar próximo à água. Ainda assim, o lugar vale a parada e rende fotos lindas!

Playa Roja
Playa Roja

Depois da Playa Roja, nosso guia nos levou até um mirante de onde conseguimos ver uma grande parte do litoral e logo após seguimos para a praia, onde pudemos molhar os pés no Pacífico. Só molhar mesmo, por que entrar na água com aquela ventania gelada seria loucura!

Última parada do tour: o mirante da Catedral. Ou pelo menos o que sobrou dela…

A Catedral era uma imensa rocha que emergia do mar e tinha o formato de um arco. Em 2007, um forte terremoto fez desabar o arco, sobrando apenas metade da rocha.

Por do sol na Reserva Nacional de Paracas
Por do sol na Reserva Nacional de Paracas

Se você quiser conhecer a reserva de um modo “mais tranquilo” poderá optar por fazer o tour com uma van, e caso queira manter a forma durante a viagem, pode optar por fazer o passeio de bike (neste caso, separe um dia inteiro para pedalar).

Dica importante

Independente de como estiver o clima, leve com você uma blusa de frio ou um corta vento para este tour. O clima e a temperatura em Paracas oscilam muito, principalmente por causa dos ventos então é bom estar prevenido(a).

2) Visite as Islas Ballestas

Lembra daquele monte de animais que eu falei que habitavam Paracas? Eu poderia chutar que 99% deles vivem nas Islas Ballestas. Sério! Por lá se vê bicho que não acaba mais – e as fotos abaixo não me deixam mentir!

Fizemos este tour na manhã do nosso segundo dia em Paracas.

O passeio é feito em um barco aberto para que os turistas possam ver e fotografar toda a paisagem, além dos animais que existem na ilha, é claro.

Dica importante

Chegue cedo para escolher o seu lugar. Sentando-se do lado esquerdo do barco, você terá uma visão melhor das atrações do passeio.

Ainda no píer, enquanto aguardávamos para embarcar, já ficamos bem animados ao encontrar alguns pelicanos gulosos rondando os barcos em busca de um peixinho.

Mal o barco zarpou e já topamos com vários golfinhos. É claro que os turistas (e eu me incluo entre eles) foram à loucura haha

Seguindo o passeio, paramos para contemplar o famoso Candelabro.

Ilhas Balletas: Candelabro
Ilhas Balletas: Candelabro

Ninguém sabe ao certo como a gigante figura em forma de candelabro foi parar no alto daquela montanha…

Alguns acreditam ser obra dos povos Incas ou Nazcas para homenagear os deuses, outros apostam que foram piratas que desenharam o candelabro para servir de sinalização para embarcações e por fim existem aqueles que juram que foram extraterrestres os autores desta façanha.

Considerando que a figura tem 181 metros de extensão, meio metro de profundidade e que foi feita há 200 anos a.C, não dá para refutar a hipóteses de que a obra realmente é de autoria de alienígenas criativos. kkk

Brincadeiras à parte, a versão mais aceita é que realmente o desenho foi feito pelos Nazcas, da mesma forma e com a mesma intenção com que fizeram os gigantes hieroglifos de Nazca.

Fique sabendo

As ilhas Ballestas são o lar de mais de 7 milhões de aves marinhas, sendo que em suas águas existem mais de 180 tipos de peixes e 10 espécies de golfinhos!

Depois que nosso guia explicou sobre os mistérios do Candelabro, seguimos para a melhor parte da viagem: ver de perto as ilhas Ballestas.

Avistamos o arquipélago de longe e já percebemos a imensa quantidade de pássaros voando pelo lugar. E cada vez que chegávamos mais perto, víamos mais e mais!

Sério, nunca vi tantos pássaros juntos! Em alguns lugares eles eram tantos que onde se aglomeravam, formavam manchas pretas na ilha.

Mas nem todas as aves voam por lá. Em algumas partes das ilhas pudemos observar os simpáticos pinguins de Humboldt, uma espécie de pinguim sul-americano que habita o Chile e o Peru.

Mas, quem rouba a cena mesmo são os barulhentos leões e lobos marinhos e seus filhotes. Existe uma praia por lá que serve como maternidade para eles, então prepare a câmera para fotografar um montão de filhotes fofos.

Depois de dar uma volta completa no arquipélago é hora de retornar para Paracas!

O passeio ao todo durou cerca de 2 horas e foi sensacional!

Confira algumas dicas extras:

  1. Não foi o nosso caso, mas algumas pessoas sentem enjoo neste passeio por causa do balanço do barco. Se você for propenso(a) a sentir enjoos, tome um dramin antes de embarcar.
  2. Agasalho neste passeio também é importantíssimo. Como o barco é aberto, se você não estiver agasalhado(a) poderá passar bastante frio com o vento gelado.
  3. Por causa da imensa quantidade de aves, esteja sempre alerta para o que vem do alto kkk. Não é raro alguns turistas voltarem para Paracas sujos depois de serem alvo de coco de pássaros. (Há quem prefira ir de boné ou chapéu para se proteger).

3) Comer ceviche apreciando o Pacífico

Não tem como ir ao Peru e não provar o famoso ceviche, um prato típico do país. E se você puder fazer isso de frente para o mar, saboreando um peixe fresco e tomando um delicioso pisco sour, melhor ainda!

No calçadão de Paracas existem vários restaurantes e cevicherias servindo o famoso prato, então não perca esta oportunidade!

O Ceviche é um prato feito com peixe branco, marinado em um suco cítrico e acompanhado de batata ou milho.

Uma característica forte deste prato é o tempero. O ceviche leva cebola roxa, muita pimenta e coentro.

Curiosidade
O ceviche é tão importante para o povo peruano que existe até uma data comemorativa em sua homenagem. No dia 28 de julho comemora-se o dia nacional do ceviche no Peru.

4) Museu de Paracas

Em Paracas existe também o Paracas History Museum, que na verdade se trata de uma exposição particular das peças de um colecionador que mora no vilarejo.

As poucas peças expostas por lá são relacionadas às civilizações paracas, inca e nazca e se resumem a cerâmicas, tecidos, réplicas de animais e crânios de alienígenas.

Sim, você leu certo: crânios de alienígenas. Ou pelo menos é o que o dono do museu jura ser!

Esses crânios realmente não são normais e não se parecem muito com crânios humanos. Na verdade eles são bem maiores do que de uma pessoa normal e também bem mais alongados.

Estudiosos afirmam que os crânios foram deformados propositalmente com uma técnica que consistia em pressionar a cabeça de recém nascidos com madeiras envolvidas com tecidos.

Esta estranha prática servia para distinguir classes sociais. Acredita-se que os indivíduos com crânios alongados eram líderes ou feiticeiros.

Nós não tivemos tempo para visitar o Museu, mas se você passar por lá, nos conte se os crânios são mesmo de extraterrestres, ok? 👽

5) Outras atividades

Se você tiver mais tempo para Paracas, poderá curtir outros passeios de aventura que prometem muita diversão e visuais lindos. Entre eles estão o sandboard nas dunas da Reserva de Paracas ou mesmo ver o deserto lá do alto em um voo de parapente!

Como contratar os passeios?

Contratar os passeios em Paracas é bem simples. Em todos os lugares que você for haverá pessoas oferecendo tours ou cartazes com propagandas.

Nossa dica é não fechar logo de cara no hotel ou na rodoviária. Deixe para fechar diretamente com uma das agências do centrinho de Paracas e aproveite para negociar um preço melhor.

Nós fizemos os passeios com a agência Playaroja Tours, que fica na rua principal da cidade. Fechamos na hora e não tivemos problemas.

Preço dos tours

Passeio de buggy: 60 soles por pessoa (+ 34 soles entrada do Parque)*

Passeio Islas Ballestas: 25 soles por pessoa (+10 soles taxa das ilhas)*

*valores em março/2018

Onde ficar em Paracas?

Apesar de ser uma vila simples, em Paracas você encontrará sim hotéis luxuosos. Mas se a sua ideia for economizar, terá à disposição vários hostels e hotéis mais baratinhos.

A nossa escolha foi um hotel com um bom custo x benefício. Como passaríamos somente uma noite na vila, optamos por um lugar mais simples, mas que foi o suficiente para descansarmos.

O hotel que escolhemos foi o Icthus Paracas, que possui quartos arejados, oferece café da manhã (simples e em porções individuais) e fica quase na rua principal do vilarejo, bem próximo à praia.

Icthus Hotel
Icthus Hotel

Um ponto bem legal sobre o hotel foi que eles guardaram as nossas bagagens por um dia, já que passaríamos a noite seguinte em Huacachina. Isso foi bem importante pra gente, já que pudemos ir mais leves para o Oásis, levando somente uma mochila menor com os itens essenciais para uma noite.

A diária no Icthus Paracas para um casal em quarto com banheiro privativo é de 90 reais*. (valor de jul/2019)

Quer mais conforto e luxo?

Então nossas sugestões são o Paracas Resort e o Double Tree Resort. Dois hotéis lindos, minimamente decorados, e que oferecem uma experiência única para seus hóspedes.

Quer uma opção mais econômica?

Confira então o Paracas Guest House (nota 8.3 no Booking).

Quanto tempo ficar?

O ideal é que você fique pelo menos uma noite em Paracas. Só faça o bate e volta saindo de Huacachina ou de Lima se realmente não tiver outra opção.

Geralmente quem vai à Paracas, adiciona também Nazca e Huacachina no roteiro. Então considere adicionar uma noite a mais para cada um destes lugares.

Leia também: O que fazer em Lima, Peru

Como chegar em Paracas saindo de Lima?

A melhor forma para chegar em Paracas saindo de Lima é indo de ônibus.

Nós fizemos este trajeto em um ônibus (bem confortável) da Cruz Del Sur e a viagem durou aproximadamente 3 horas.

Leia também: 5 bons motivos para viajar de ônibus no Peru


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Escrito por

Flávio é mineiro, formado em Direito e já morou em várias cidades diferentes. Tem a fotografia como hobby e o blog como forma de dividir com outros suas experiências e seus clicks.

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