Qual é a melhor forma para se chegar em Machu Picchu? Trem? Van? Trilha Salkantay?

Se você está montando um roteiro pelo Peru, posso apostar que você já teve essa dúvida, ou se não teve, ainda terá.

Isto porque Machu Picchu não tem um acesso muito fácil

Não dá para pegar um ônibus em Cusco e descer em um ponto em frente aos portões que guardam a Cidade Perdida dos Incas, nem muito menos embarcar em um avião e pousar em Águas Calientes.

Na verdade existem 3 formas principais de se chegar em Machu Picchu:

  1. Trem: é a opção mais rápida, segura e confortável, maasss tem um preço “não muito amigável”.
  2. Van + trilha: é a opção mais barata, mas não é muito segura e nem muito rápida. Também não oferece conforto nenhum…
  3. Trilha Salkantay: é a opção para quem gosta de trekking, camping e aventura e ainda dispõe de tempo.

Bem, diante das opções, também nos bateu a dúvida na hora de colocar o roteiro no papel: como iríamos para Machu Picchu?

Por exclusão, a opção 3 que é a Trilha Salkantay – também chamada de Caminho Inca – já descartamos logo de cara.

A trilha deve ser incrivelmente linda – pelo menos as fotos na internet nos mostram isso. A experiência de percorrer o mesmo caminho que os incas percorriam há mais de 500 anos, apesar de exigir bastante, deve ser inesquecível. Mas, nós não teríamos 5 dias no roteiro para encaixar esta trilha, então ela ficou para uma próxima vez…

Com a trilha fora de jogo, nos restaram o trem ou a van.

Pesquisamos sobre as duas situações, conversamos com outras pessoas que já tinham feito este percurso de alguma destas formas, lemos relatos de outros viajantes e optamos por ir de trem para Machu Picchu.

No final das contas, esta foi uma das decisões mais certeiras que tomamos no planejamento do nosso mochilão.

E o motivo você descobre nesse post!


Leia mais: Machu Picchu – 7 macetes simples que podem salvar a sua viagem


Seguindo para Águas Calientes no trem

Por que quase não conhecemos Machu Picchu

Estávamos em Cusco com um clima bem instável. Era meados de março e, como já esperávamos, a chuva estava dando as caras.

Compramos nossas passagens de trem pela internet com bastante antecedência e até já tínhamos trocado o voucher pelo ticket definitivo na agência da Peru Rail, uma das duas companhias que fazem este percurso.

Até então tudo certo para irmos para Machu Picchu.

Mas, dois dias antes de pegarmos o trem para Machu Picchu, durante um dos passeios em Cusco, ouvimos rumores de que o Rio Vilcanota estava transbordando e deslizamentos de terra bloquearam os trilhos dos trens, sendo que, por esse motivo, eles não estavam operando regularmente.

Naquele momento bateu uma leve preocupação.

Logo que terminou o passeio, fomos até a agência da Peru Rail para confirmar a informação e pra tristeza geral realmente ela era verídica. 😱

“Lascou-se!!!” foi a primeira coisa que pensamos.

Como ainda tínhamos dois dias antes de embarcar, acalmamos os ânimos e resolvemos esperar para ver se o rio abaixava e os trens voltavam a fazer o trajeto.

Um dia antes da nossa ida ainda não tínhamos certeza se embarcaríamos. Chegamos a pensar em desistir do trem e contratar uma van.

Mas, se você já deu uma pesquisada nos preços das passagens de trem, sabe que elas não são nada baratas. Desistir do trem para seguir de van seria uma atitude extremamente desesperada!

Conversamos sobre a possibilidade de contratar a van com o Fermin, e ele nos tirou esta ideia da cabeça.

Ele nos explicou que a estrada percorrida pelas vans é bem perigosa, sendo que com chuvas acontecem muitos deslizamentos e o o perigo triplica.

O Fermin trabalha com turismo em Cusco e contratamos todos os passeios com ele (com exceção de Machu Picchu que fizemos por conta). Caso queira contrata-lo também, o whatsapp é +51 9 8449-5553. (ele entende português)

A maioria das agências mais sérias que disponibilizam este trecho de van nem estavam operando naqueles dias.

No dia anterior à nossa ida, ainda não tínhamos certeza se conseguiríamos.

Eu já estava até considerando ter que voltar a Cusco outra vez, sabe-se lá quando, para visitar Machu Picchu.

No finalzinho do dia que antecedia a nossa ida fomos até a Agência da Peru Rail e, depois de conversarmos com um dos atendentes, descobrimos que os trens voltariam a operar normalmente no dia seguinte.

Ufa! Agora sim, voltamos para o hotel e dormimos tranquilos. Iríamos à Machu Picchu!

Leia mais: City Tour em Cusco: será que vale a pena? Descubra!

Lhaminha em Machu Picchu
Lhaminha em Machu Picchu

Trem: na nossa opinião, a melhor forma para chegar em Machu Picchu

Segurança, algo a se considerar!

Você deve estar se perguntando por que eu contei esta história toda, não é?

Primeiro porque essa história foi um drama na nossa viagem e por isso sempre conto ela pra todo mundo que me pergunta sobre o Cusco e Machu Picchu. 😂

E segundo porque poucos dias depois que retornamos de Machu Picchu, uma van que estava indo com turistas rumo à hidrelétrica foi atingida por um deslizamento de pedras e uma argentina faleceu no episódio. Leia a reportagem aqui.

Quando ficamos sabendo disso, não teve como não passar pela cabeça: “ainda bem que fomos de trem e não encaramos a van”!


Nós fomos no final da época de chuvas, mas de maio a setembro, que é o período que chove menos na região, o caminho é mais seguro (pelo menos não rolam tantos desmoronamentos).

Porém, mesmos nos meses secos não há como falar que não existe risco algum. A estrada percorrida pelas vans é bem ruim e segue beirando precipícios.

Então, no quesito segurança, o trem sai na frente.


Tempo também influencia

Além da segurança, a questão do tempo também pesou para que optássemos pelo trem.

Indo de van, gastaríamos em média 6h no percurso até a hidrelétrica mais umas 2 ou 3 horas de caminhada por aproximadamente 14km. Ou seja, lá se ia um dia… um não, dois! Porque ainda teria a volta.

Veículos de quatro rodas não chegam até Águas Calientes. Então, se você for de van, ela te levará até um ponto próximo a uma hidrelétrica e dali pra frente é seguir caminhando pelos trilhos do trem.

De trem gastamos cerca de 1h30. Fizemos o percurso de ida à noite e acabamos economizando um bom tempo no roteiro.

Mais um ponto para o trem.

Se você quer viajar com conforto, pense duas vezes antes de ir de van

Aqui, não há nem o que comparar.

Com a van, você corre o risco de ir apertado (a) com sei lá mais quantas pessoas. Vai sacolejando de um lado pro outro em uma estrada ruim e cheia de curvas. Sem contar que essa viagem leva entre 6 e 7 horas.

De trem você vai tranquilo (a), no ar-condicionado e ainda recebe um lanchinho.

Três a zero, trem.

Lanche servido no trem da Peru Rail
Lanche servido no trem da Peru Rail

Preço

Pra mim, este é o único ponto em que ir de trem perde para ir de van. Mas perde de lavada!

O trem para Águas Calientes é muito, mas muito caro! Para você ter uma ideia, pagamos 90 dólares na passagem (ida e volta) por pessoa!

E apesar do conforto que eu falei no item anterior, a viagem na cabine mais econômica é super simples. Se você quiser mais comodidade, terá que ir em uma cabine mais luxuosa. Ai você pode optar por uma de 95, 210 ou 560 dólares (só ida, tá?!).


Ok. Considerando o placar 3 a 1 para o trem, bora ver como chegar então a Machu Picchu pelos trilhos!

Importante: O trem, para a gente, se mostrou a melhor opção, considerando todos os pontos que listamos acima.

Mas, pode ser que mesmo com estas considerações você prefira ir de van ou até mesmo não possa encaixar as caras passagens de trem no orçamento.

Então, caso você prefira (ou só possa) ir de van, minha dica é: vá!
Mais importante do que como ir, é o fato de realmente ir.

Machu Picchu é um lugar único, todo o esforço para chegar lá é recompensado, pode apostar.


Quantas empresas de trem fazem o percurso?

Somente duas empresas fazem o caminho até Águas Calientes: a Inca Rail e a Peru Rail.

A maior diferença entre elas é que a Peru Rail sai somente da estação de Ollantaytambo, enquanto a Peru Rail tem outros 2 pontos de partida.

Vagão Expedition da Peru Rail
Vagão Expedition da Peru Rail

Leia mais: Guia completo de Cusco para uma primeira viagem


Afinal, por que ir para Águas Calientes e não diretamente para Machu Picchu?

Águas Calientes é uma cidadezinha que fica na base da montanha onde está o Parque Arqueológico de Machu Picchu.

Para acessar o Parque, necessariamente você passará por lá, sendo que a opção mais indicada (que é, inclusive, o que a maioria dos turistas fazem) é dormir pelo menos uma noite em Águas Calientes, para subir para o Parque no dia seguinte.

De Águas Calientes até Machu Picchu você pode enfrentar uma escadaria de infinitos muitos degraus ou subir de ônibus. (Nós ficamos no meio termo, subimos de ônibus e descemos caminhando).

Se você optar por também conhecer Machu Picchu no dia seguinte à viagem de trem, terá que dormir em um hotel/hostel em Águas Calientes, já que o único hotel que fica realmente em Machu Picchu é o Belmond Sanctuary Lodge.

Neste hotel você terá o privilégio de se hospedar na montanha, a poucos metros da entrada do parque, além de estar em um ambiente cheio de luxo e mimos. O preço? Digamos que não é nada barato! (Confira no Booking por aqui)


Quais são as estações de trem para Machu Picchu?

A Inca Rail parte somente da estação de Ollantaytambo. Mas você pode contratar um transfer de Cusco para lá com a própria empresa.

Já com a Peru Rail, pode-se optar por pegar o trem em três estações diferentes:

  • Poroy
  • Urubamba
  • Ollantaytambo

Infelizmente não há saída diretamente de Cusco, sendo que a estação mais próxima de lá é a de Poroy.

Para chegar em Poroy gasta-se em média 25 minutos de táxi e o preço fica em torno de 10 dólares (lembre-se de negociar antes de fechar com o taxista 😉).

Saindo de Poroy, o trem leva em média 4 horas para chegar em Águas Calientes. Saindo de Ollantaytambo, este tempo é reduzido para 1h30.

Nós optamos por pegar o trem em Ollantaytambo, depois do passeio pelo Vale Sagrado.

Como o percurso é bem menor saindo de Ollanta, o preço da passagem também fica mais em conta. #anoteadica

Trem para Machu Picchu
Trem para Machu Picchu

Como comprar a passagem do trem?

A forma mais prática para comprar a sua passagem é através dos sites das empresas de trem.

São aceitos cartões de crédito com bandeira Master ou Visa ou ainda pagamento via Paypal.

Você pode optar por comprar seu ingresso nas bilheterias das estações e também nas lojas físicas (somente cartão de crédito ou débito – não é aceito dinheiro). Porém, acho arriscado deixar para comprar na última hora e correr o risco de não encontrar passagens (principalmente na alta temporada).

Para comprar sua passagem, acesse: incarail.com / perurail.com.

Dica para pagar mais barato

A melhor dica para para pagar mais barato pela passagem é sempre acompanhar os preços nos sites da empresas, já que vez ou outra pinta uma promoção.

Nós conseguimos um desconto de 30% na Cybermonday (que ocorre geralmente no início de dezembro). Só aí economizamos 130 reais em cada passagem.

Na BlackFriday (final de novembro) também rolam promoções.


Já contratou o Seguro Viagem?

Nossa dica para contratar o seguro é pesquisar preços e coberturas em sites que comparam os planos de várias seguradoras.
Para isso, sempre utilizamos os sites da Real Seguros e da Seguros Promo.

Benefícios:
Real Seguros – parcele seu seguro em até 12x no cartão e sem juros!
Seguros Promo – parcele em até 6x no cartão ou ganhe 5% de desconto pagando no boleto. Utilize o cupom NAJANELA5 e ganhe mais 5%


Trem para Machu Picchu depois do Vale Sagrado: nossa experiência passo a passo

Para o nosso roteiro, a forma mais prática e econômica para pegar o trem para Machu Picchu foi comprando o ticket com a PeruRail saindo de Ollantaytambo.

Estação de Ollantaytambo
Estação de Ollantaytambo

Passo 1 – Comprando as passagens e trocando o voucher

Compramos as passagens ainda no Brasil pelo site da empresa e imprimimos o voucher que chegou no nosso email.

Ao chegar em Cusco, fizemos a troca do voucher pelas passagens em uma das agências da empresa logo na manhã do primeiro dia. (Em Cusco tem 4 agências. Veja aqui os endereços)

Passo 2 – Vale Sagrado + viagem de trem

Programamos para fazer o passeio do Vale Sagrado no mesmo dia que pegaríamos o trem.

Essa é uma forma bem estratégica de pegar o trem na estação de Ollantaytambo, já que grande parte dos passeios deixa o sítio arqueológico de lá para o final.

Se você quiser conferir nos detalhes como fizemos este passeio, leia o post: Vale Sagrado: tudo sobre as principais ruínas incas.

Nosso passeio do Vale Sagrado terminou por volta das 16 horas. Tivemos um tempinho ainda para explorar Ollantaytambo, comer e ir caminhando tranquilamente até a estação (que é super perto).

Viajamos de noite, então não deu pra curtir a vista na ida. Mas, no outro dia visitamos Machu Picchu no período da manhã e retornamos para Cusco à tarde, então deu pra aproveitar melhor a viagem.

Passo 3 – Águas Calientes

Chegamos em Águas Calientes já à noite. Para nossa sorte, tinha um funcionário do Hostal Waynapata nos esperando para mostrar o caminho. Ainda bem! Estávamos bem cansados e não ia ser legal ficar procurando o hostal.

No caminho para o hostal, paramos em um ponto de venda do ônibus que sobe para Machu Picchu e já garantimos a nossa passagem. Comprar com antecedência esta passagem é uma dica de ouro!

Se deixar pra comprar na hora, você poderá enfrentar uma fila imensa e atrasar todo o seu passeio.

“Dormimos” em Águas Calientes para já na madrugada do dia seguinte seguir para o tão esperado destino: Machu Picchu!

(Dormimos, entre aspas, porque deitamos por volta das 00h e às 4h já estávamos de pé para pegar o ônibus – o primeiro sai às 5h30)

Duas considerações:

1) Deixamos nossos mochilões em Cusco, no hotel que estávamos hospedados (Casa Campesina), e fomos para Águas Calientes só com a mochila de ataque.
Levamos itens de higiene, equipamentos de fotografia e roupa só para o bate e volta.
É bem comum os turistas deixarem suas coisas em Cusco e os hotéis não costumam cobrar nada para guardar as malas/mochilas.
Só tome cuidados básicos (como trancar tudo) para evitar problemas.

2) Como ficaríamos só algumas horas no hostal Waynapata, optamos por um quarto minúsculo e super baratinho.
Não teríamos como tomar café da manhã (e ele nem estava incluso na nossa diária), então pagamos 30 soles (15 por pessoa) a mais e o hotel providenciou um lanchinho básico pra gente levar (pães com queijo, frutas, biscoitinhos, barra de cereal, balas e suco).

Quarto pequenininho do Waynapata
Quarto pequenininho do Waynapata

Passo 4 – Ônibus para Machu Picchu

Nós optamos subir para Machu Picchu no primeiro ônibus para pegar o amanhecer lá no Parque Arqueológico. Chegamos no ponto de embarque uma hora antes do horário para garantir nosso lugar 😊

Novamente, para tomarmos a decisão de ir de ônibus ao invés de encarar as escadas, tivemos que considerar algumas coisas.

Ir de ônibus tem um lado ruim: assim como o trem para Machu Picchu, o ônibus também não é barato.

O percurso só de ida ou só de volta custa 39 soles (+ou- 42 reais). Sendo que de Águas Calientes até Machu Picchu gasta-se menos de 30 minutos.

Por outro lado, a escadaria tem muuuuitos degraus e está a mais de 2000 metros acima do nível do mar, sendo uma subida bastante cansativa e demorada.

Optamos por ir de ônibus principalmente para chegar no Parque com 100% de energia. Machu Picchu era um sonho antigo, e já que já tínhamos ido tão longe para realizá-lo, o melhor seria chegamos lá inteiros para aproveitar ao máximo cada instante.

Pra mim, esta foi uma outra escolha muito certeira, e logo no ponto de embarque ônibus eu pude perceber isso.

Enquanto esperávamos para embarcar estava chovendo incessantemente. Neste momento eu via a galera comprando umas capas de chuva bem vagabundas de alguns ambulantes, colocando elas sobre o corpo e seguindo para a trilha no meio da escuridão.

Quando chegamos lá na portaria de Machu Picchu, ficamos esperando nossos amigos que optaram subir pelas escadas. Enquanto aguardávamos, reparamos na turma que chegava. Como tinha chovido, geral chegou ensopado e a maioria estava com a cara de quem tinha acabado de correr uma maratona.

Os que tinham menos preparo físico então, saíam das escadas ofegantes, rasgavam a capa de chuva de qualquer jeito e se jogavam no primeiro banco que viam.

Lembrando que lá dentro do Parque a gente anda um tanto considerável e também sobe e desce vários degraus.

Ok, Mas e se eu também quiser conhecer as escadarias?

Então, faça como a gente: suba de ônibus, perambule por todos os cantos de Machu Picchu e depois desça pelas escadas.

O caminho é lindo e a experiência é bem bacana. Vale o esforço, pode apostar!

Descendo as escadarias que ligam Águas Calientes a Machu Picchu
Descendo as escadarias que ligam Águas Calientes a Machu Picchu

Sobre guia, na própria portaria de Machu Picchu contratamos um. Lá ficam vários oferecendo os seus serviços, então é bem simples contratar.

Passo 5 – Voltando para Cusco

Exploramos cada cantinho do Parque, tiramos várias fotos, tietamos as lhamas (que por lá são celebridades 😂) e no final retornamos para Águas Calientes.

Almoçamos no centrinho e embarcamos de volta a Ollantaytambo no trem das 15h50.

Chegamos em Ollanta e já tinha um transfer nos esperando, pois contratamos este serviço com o Fermin.

Caso você não queira retornar com um transfer reservado, pode também negociar a sua volta lá na estação com motoristas de van. Ficam vários oferecendo a volta por mais ou menos 10 soles.


Às 21 horas já estávamos em Cusco.

Tínhamos vivido um dia intenso e conhecido um dos lugares mais incríveis da América do Sul, mas nossas aventuras pelas ruinas incas ainda não tinha acabado. O dia seguinte estava reservado para Maras e Moray!

Leia como foi o passeio aqui: Machu Picchu: nossa experiência na cidade perdida dos Incas [relato completo]


Siga nossas redes sociais para não perder os próximos posts.


Trem para Machu Picchu

Onde se hospedar em Águas Calientes?

Se a sua ideia é economizar, o Waynapata (hostal que ficamos) é uma boa opção.

O Hotel Casa Andina já é uma opção com preço mais moderado. Com uma estrutura melhor que o Waynapata, este hotel tem excelente avaliação no booking.

Quer o máximo de conforto nos seus dias em Águas Calientes, então nossa dica é o El Mapi.

E, se dinheiro não for problema, o Belmond Sanctuary Lodge, aquele que fica em Machu Picchu, é uma escolha dos sonhos!


Leia Mais sobre o Peru


Se você não quiser se preocupar e já sair do Brasil com tudo resolvido (passagens de trem e transfers comprados, entrada em Machu Picchu, guia contratado), confira as opções de combos da Get Your Guide aqui.


Tudo para a sua viagem

Hospedagem
Reserve o melhor hotel para a sua viagem com o menor preço. Com o Booking você compara diversas opções e escolhe o hotel com melhor custo x benefício. Reserve agora mesmo, com opções de parcelamento e cancelamento grátis.
 Seguro Viagem
Não dá para viajar despreocupado sem seguro viagem! Compare os preços de seguros com os dois melhores sites no assunto: Real Seguros e Seguros Promo. Sempre reservamos nosso seguro através destes sites. Com a Real Seguros, você poderá parcelar o valor em até 12x sem juros. Com a Seguros Promo o valor pode ser dividido em até 6x no cartão de crédito e pagando no boleto, você consegue 5% de desconto. Utilizando o nosso cupom NAJANELA5 você ganha mais 5%. No final fica baratinho e viajamos tranquilos, sem medo de imprevistos!
Alugue um carro Alugue um carro
Nada melhor do que a liberdade que um carro alugado pode dar para uma viagem! Antes de alugar um carro compare os preços das melhores locadoras do Brasil e do mundo no site da RentCars e garanta o melhor preço. A cobrança poderá ser feita em reaissem IOF, e o valor dividido em até 12 parcelas no cartão de crédito.
Passagens aéreas baratas
Procurando passagens aéreas? Dê uma olhada no Passagens Promo, que tem sempre ofertas imperdíveis! Através do Passagens Promo, você obtém uma relação atualizada instantaneamente por ordem de preços dos vôos. São milhares de trechos exclusivos, com tarifas diferenciadas e até 65% de desconto.

Reservando com nossos parceiros, você garante o melhor serviço, consegue o menor preço e ainda ajuda na manutenção do Viajando na Janela (e sem pagar nem um centavo a mais por isso!).

Escrito por

Flávio é mineiro, formado em Direito e já morou em várias cidades diferentes. Tem a fotografia como hobby e o blog como forma de dividir com outros suas experiências e seus clicks.

Escreva um comentário