A gente cai na água, libera o ar do colete e submerge. Daí para frente tudo muda. Entramos em um mundo diferente! Um ambiente colorido, repleto de vida, onde nós somos apenas visitantes, observadores de um lugar a que não pertencemos. Mergulhar é realmente uma experiência única, mas mergulhar nos mares da Indonésia, onde águas transparentes são povoadas por criaturas exclusivas e o fundo é coberto de corais coloridos, é realmente algo in-crí-vel!


Salve a imagem no Pinterest e não perca estas dicas!


Neste post você vai encontrar tudo sobre a nossa experiência mergulhando em lugares belíssimos da Indonésia – como as praias de Amed (em Bali) e os recifes de corais do Parque Nacional de Komodo -, além de conferir dicas para adicionar alguns pontos de mergulho no seu roteiro também.

Se você já mergulha, aposto que lendo este post ficará morrendo de vontade de mergulhar novamente. Mas se você ainda não é um mergulhador ou uma mergulhadora, tenho certeza que terá um incentivo a mais para tirar o seu certificado “open water” antes de embarcar nessa viagem.

Vamos lá!


Mergulho ou Snorkel?

Em lugares tão vivos e interessantes como os mares do Sudeste Asiático, mesmo com um snorkel é bem fácil de se se ver rodeado de peixinhos e até mesmo topar com uma arraia gigante, um tubarão baleia ou uma tartaruga marinha.

Mas mergulhar é diferente! Como disse no início, a sensação realmente é de que estamos em um outro mundo. A liberdade de poder observar tudo de perto, sem se ver preso à superfície, nos faz viver momentos únicos.

Se você já mergulhou alguma vez, sabe o quão incrível é a possibilidade de contemplar toda a vida que existe no fundo do mar.

Nós curtimos demais fazer snorkel nas águas rasas das praias da Indonésia, mas não temos dúvidas de que os mergulhos foram os pontos altos da viagem!


O QUE É NECESSÁRIO PARA MERGULHAR?

Boa saúde (principalmente respiratória e cardíaca), sentir-se confortável na água (mas não precisa ser o melhor nadador do mundo não) e ter espírito aventureiro. Esses são os principais requisitos para quem quer mergulhar.

E o curso de mergulho? Não é um pré-requisito?

Depende. Em muitos lugares é possível se aventurar no famoso “Mergulho de Batismo”, que não exige certificação. Já em outros locais em que há um grau de dificuldade maior e que exigem mais experiência e conhecimento, é necessário ter o curso de mergulho sim.

Para você entender melhor, o Mergulho de Batismo é uma pequena experiência de mergulho para quem não tem certificação, ou seja, para quem não fez o curso e ainda não é um “mergulhador de carteirinha“. No batismo, um instrutor vai te guiar durante todo o mergulho e resolverá qualquer imprevisto que aconteça.

Já com o Curso Básico de Mergulho, conhecido como “open water“, o mergulhador terá mais autonomia, conhecerá os conceitos básicos do mergulho e também saberá como agir em imprevistos, além de estar habilitado para mergulhar em locais com um grau de dificuldade um pouco maior.

Para mergulhar na Indonésia, devo fazer o curso?

Na nossa opinião sim. Por mais que seja possível fazer mergulhos de batismo, somente com um curso open water você terá mais segurança e também mais afinidade com os equipamentos e com o mundo subaquático. Ou seja, sabendo como agir no mar, você aproveitará muito mais o mergulho.

No nosso caso, sempre tivemos a vontade de fazer o curso, mas a maior motivação veio com a possibilidade de mergulhar no Parque Nacional de Komodo, um dos melhores lugares do planeta para a atividade.

Porém, para mergulhar durante o liveaboard que fizemos em Komodo, era exigido o curso básico de mergulho. Já sabendo disso, não deu outra: tiramos a certificação (em Arraial do Cabo) alguns meses antes da viagem para a Indonésia e posso dizer que foi uma das melhores coisas que fizemos!


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Porque mergulhar na Indonésia?

Mil motivos fazem com que mergulhadores do mundo inteiro organizem expedições para a Indonésia. Mas a localização privilegiada do país é sem dúvida o principal fator que atrai a atenção das pessoas.

Grande parte das mais de 17 mil ilhas que compõe a Indonésia estão localizadas em uma região denominada “Triângulo dos Corais“, uma área que abrange também as águas tropicais da Malásia, Papua-Nova Guiné, Filipinas, Ilhas Salomão e Timor-Leste.

Pense que o Triângulo dos Corais está para a biodiversidade marinha, da mesma forma que a Amazônia está para a biodiversidade da superfície. Ou seja, é lá que se concentram 75% dos corais do planeta e mais de 3000 espécies de peixes (número que aumenta a cada ano!).

Desde pequenos animais como o cavalo-marinho pigmeu, as coloridas lesmas do mar e os alegres peixes-palhaço vivendo em suas anêmonas, até gigantes espécies como o estranho Mola Mola (ou peixe-lua), os pacíficos tubarões-baleia e as curiosas mantas gigantes. Mergulhando na Indonésia, esteja preparado (a) para conhecer alguns dos animais mais diferentes do fundo do mar!

E, para tornar a experiência subaquática ainda mais agradável, as águas salgadas tropicais que cercam as ilhas da Indonésia costumam ser quentes, com temperatura variando entre 25º a 30º. Em alguns lugares, como a costa de Nusa Penida, a água é mais gelada, chegando a 15º, mas nada que uma boa roupa de neoprene não resolva.

Nossas experiências mergulhando na Indonésia

Viajamos durante 25 dias pela Indonésia, e mergulhamos em 4 localidades diferentes: 1) Parque Nacional de Komodo, 2) praias de Amed, 3) Ilhas Gili e 4) Nusa Penida. Cada mergulho foi realmente espetacular e totalmente diferente um do outro!


Primeiro Mergulho
PARQUE NACIONAL DE KOMODO

Três dias navegando nos mares de Komodo curtindo o sol, as belas praias e as paisagens paradisíacas das ilhas. Tem como melhorar?

Na verdade tem sim! Coloque um cilindro nas costas, nadadeiras e máscara e presencie um verdadeiro espetáculo da natureza no fundo do mar!

Komodo é um dos melhores spots de mergulho do mundo por causa da vasta quantidade de nutrientes trazidos pelas correntes frias do Oceano Índico.

Exploramos Komodo em um liveabord com a @XPFlores, uma empresa que oferece diversos tipos de expedições pelas ilhas, e simplesmente adoramos. Se quiser saber mais, dê uma olhada neste post.

Com abundância de alimentos, peixes, crustáceos, moluscos e até mesmo gigantes baleias fazem de Komodo seu lar – nem que seja apenas em determinada época do ano.

Mas fique ligado (a)! A exigência da certificação e até mesmo experiência prévia para mergulhar em Komodo tem uma razão. As correntes que trazem os nutrientes, atraindo a vida marinha, muitas vezes acabam sendo um obstáculo para os mergulhadores, apresentando perigo para os novatos.

Então, fica a dica, se você pretende mergulhar em Komodo tire a sua certificação com antecedência e faça o máximo de mergulhos que puder antes da viagem para ir ganhando experiência.


Principais características do mergulho em Komodo

Pontos de mergulho famosos: Há mais de 50 dive points em Komodo, entre eles Siaba Besar (Turtle City), Batu Bolong, Manta Alley, Mini Wall, Kanawa e Tatawa.

Temperatura da água: Quentinha! Variando entre 23º ao sul do Parque 29º mais ao norte.

Visibilidade: De forma geral a visibilidade é muito boa chegando a 40m. Em alguns locais há grande concentração de plânctons, o que diminui consideravelmente a visibilidade, mas aumenta a chance de encontramos mantas-raias e até mesmo tubarões-baleia.

Topografia: Encostas de areias brancas e negras, montes rochosos, pináculos, cavernas, baías, paredes de corais… Por causa das atividades vulcânicas, em Komodo o fundo do mar é bem diversificado e irregular.

Fauna marinha: Um show de vida! Mais de 1000 espécie de peixes habitam Komodo. Nos nossos mergulhos vimos tartarugas-marinhas, nudibrânquios, lagostas, tubarões de recife, polvos e peixes de todas as cores e tamanhos. Fazendo snorkel, tivemos a oportunidade inesquecível de nadar com dezenas de mantas raias!

Empresa com que mergulhamos: FloresXP


➳  Leia também: Roteiro de 20 dias em Bali


Segundo Mergulho
AMED

Amed, em Bali, é outro ponto de mergulho que enche os olhos de qualquer entusiasta! Com poucas correntes e poucas ondas, os mares de lá guardam antigos naufrágios, praias de areias vulcânicas e recifes artificiais de corais.

Apesar de a vida marinha não ser tão abundante quanto a que presenciamos em Komodo, ainda assim tivemos a chance de ver exemplares bem diferentes. As colônias de enguia, conhecidas como “jardins de enguia”, certamente foi a coisa mais estranha que nos deparamos nesta viagem (foto abaixo)!

Em Amed mergulhamos no famoso USAT Liberty, um navio norte americano naufragado por torpedos de um submarino japonês, durante a Segunda Guerra Mundial. Com 120 metros de comprimentos e partido em três, o naufrágio encontra-se totalmente tomando pela vida marinha e revestido de corais. Por ser muito popular, espere encontrar muitos mergulhadores por lá.

No segundo mergulho, exploramos as Pirâmides de Amed, que são 30 estruturas em formato de pirâmide que foram colocadas no fundo do mar para a formação de um recife de corais artificial. Encontramos bastante peixes e tartarugas por lá e, inclusive, nos deparamos com o fundo do mar repleto de arraias-azuis camufladas sob a areia.


Principais características do mergulho em Amed

Pontos de mergulho: USAT Liberty, Jemeluk Beach, Kubu/ Monkey Reef, Naufrágio Japones (Japanese Ship Wreck).

Temperatura da água: Mergulhamos com a temperatura variando entre 25º a 27º.

Visibilidade: Em torno de 20 metros.

Topografia: Falésias marinhas, paredes de corais e praias de areias negras.

Vida marinha: Barracudas, peixes-papagaio, peixes-napoleão, tartarugas marinhas, enguias azuis de fita, cobras marinhas, moreias, camarões coloridos, nudibrânquios, polvos, peixes-escorpião, baiacus, peixes-leão, cavalos-marinhos pigmeu, peixes-palhaço. Estas são só algumas das incontáveis espécies que habitam o litoral de Amed.

Empresa com que mergulhamos: Adventure Divers Bali


Terceiro Mergulho
ILHAS GILI

Atenção amantes de tartarugas! Nas proximidades das ilhas Gili há um local chamado “Turtle Heaven” (também conhecido como Marlin Hill), onde se é possível avistar grupos ~ às vezes com mais de 10 indivíduos ~ desses amistosos animais marinhos.

Dizem que a chance de mergulhar no Turtle Heaven e dar de cara com as tartaruguinhas é de cerca de 90%! Só sendo muito azarado (a) mesmo para não topar com nenhuma.

É claro que escolhemos esse lugar para mergulhar e não deu outra: encontramos muitas tartarugas tranquilas, só de bobeira curtindo o mar enquanto peixinhos faziam aquela faxina em seus cascos. O Turtle Heaven é praticamente um spa natural para elas!

As três pequenas Gilis (Gili T, Gili Air e Gili Meno) ficam nas proximidades da ilha de Lombok e a uma curta distância da ilha de Bali – cerca de 1h de barco.

Além de ser um lugar de referência para mergulho, com águas tão cristalinas como em um aquário, essas ilhotas são a exata definição de paraíso tropical: palmeiras caindo para o lado, areia branquinha e um marzão de um azul hipnotizante.


Principais características do mergulho em Gili

Pontos de mergulho: Escolha entre mais de 30 lugares para para mergulhar! Os mais procurados são Turtle Heaven (Marllin Hill), Shark Point, Deep Turbo, Hann’s Reef e Simons Reef.

Temperatura da água: Melhor impossível: média de 28º.

Visibilidade: de 20 a 40 metros.

Terreno: Fundos arenosos com inclinações suaves e corais.

Vida marinha: Os corais das Gili’s já foram bem mais abundantes, mas grande parte foi destruída pelos pescadores que utilizavam bombas para capturar os peixes. Hoje esse tipo de pesca foi proibida e o ecossistema marinho está se recompondo aos poucos. Ainda assim, durante os mergulhos, vimos uma boa quantidade de peixes, além de uma moreia gigante, pequenos crustáceos, uma lula e um montão de tartarugas.

Empresa com que mergulhamos: Manta Dive.


Quarto Mergulho
NUSA PENIDA

Pode ter certeza: Nusa Penida será de longe um dos lugares mais inacreditáveis do seu roteiro pela Indonésia! E não é “só” por ter alguns dos cartões postais mais famosos do país, como Kelingking e Broken Beach, o fundo do mar de Nusa Penida também guarda tesouros naturais surpreendentes!

Mergulhamos em Nusa Penida a procura de mantas-gigantes. Como estávamos hospedados em Nusa Lembongan (ilha vizinha), mergulhamos com a empresa Tamarind Divers (que é ótima, por sinal!). Novamente conseguimos ficar cara a cara com esses fantásticos animais no ponto de mergulho conhecido como Manta Point, que fica nas proximidades de Nusa Penida.

Em Cristal Bay, procuramos também o Mola-Mola (ou peixe-lua), um gigante peixe que pode ultrapassar três metros de tamanho e pesar mais de 2 toneladas. Mas com ele não tivemos a mesma sorte que tivemos com as mantas e acabou que não o encontramos. (Tomara que você tenha mais sorte!)


Principais características do mergulho em Nusa Penida

Pontos de mergulho: Crystal Bay, Manta Point, Sakenan, SD, Toyapakeh, Gamat Bay, Blue Corner, Sental e outros.

Temperatura da água: Por causa de um fenômeno conhecido como ressurgência, que traz águas do fundo do mar para a superfície, em Nusa Penida as águas são mais frias, mantendo-se abaixo de 20º com bastante frequência. Nos mergulhos que fizemos chegamos a pegar 16º e foi necessário utilizar roupas de mergulho com 5mm.

Visibilidade: de 5 a 40 metros, dependendo do ponto de mergulho. Por causa dos plânctons, encontramos o Manta Point com uma visibilidade de 8 metros.

Terreno: Encostas, fundos arenosos e paredões que se perdem no azul infinito do oceano.

Vida marinha: O mesmo fenômeno que traz as águas frias do fundo do oceano também traz muitos nutrientes, o que torna a vida marinha nos arredores de Nusa um verdadeiro espetáculo! Com sorte, veja de perto Mola-mola, mantas-raias, tubarões de recife, peixe-borboleta, peixe-anjo, tartarugas, peixe trombeta, polvos, enguias e muitas outras espécies!

Empresa com que mergulhamos: Tamarind Diver


Outros pontos de mergulho na Indonésia

Em um país formado por mais de 17 mil ilhas, o que não falta é lugar para mergulhar, não é? Além desses lugares que conhecemos e que listei acima, a Indonésia oferece muitos e muitos outros dive points de classe mundial!

Com mais tempo (e orçamento) considere mergulhar em Wakatobi, um paraíso de águas tranquilas e pouco explorado que possui a segunda maior barreira de corais do mundo. (Veja mais sobre Wakatobi no blog Mochilão a Dois).

Raja Ampat, Borneo e Pulau Weh (Sumatra) também são paraísos em terra e no mar.

Quanto custa mergulhar na Indonésia?

Essa resposta vai depender do local e da empresa que você escolher. E aqui fica uma dica: escolha mergulhar com boas empresas, mesmo que tenha que pagar um pouco mais. Mergulho é uma atividade que envolve algum risco e empresas sérias sempre cuidarão de todos os detalhes para a sua segurança. (Indicamos todas as empresas com as quais mergulhamos!)

Para mergulhar em Nusa Penida, pagamos cerca de 190 reais por cilindro mais uma taxa de 30 reais para mergulhar no Manta Point. (Todos os preços são de set/2019).

Em Komodo pagamos cerca de 145 reais por cilindro mais uma taxa de 30 reais por dia para mergulhar no Parque Nacional.

Em Amed, o cilindro custou 130 reais e em Gili pagamos 170 reais + taxa de mergulho de 30 reais.


DICAS GERAIS

Tempo entre voo e mergulho

Nunca se esqueça que entre um voo e um mergulho deve existir um tempo para que haja a dispersão do nitrogênio no sangue. Considere que se você fizer mais de um mergulho (no mesmo dia ou não) ou mergulhar abaixo de 15m, o mínimo de intervalo entre o último mergulho e o voo deve ser de 18 horas. Se o seu mergulho foi raso e sem descompressão, a espera para embarcar deve ser de 12 horas. Essa é uma informação muito importante na Indonésia, já que muitas vezes nos deslocamos de uma ilha para a outra de avião. Leve em conta esse tempo no planejamento do seu roteiro.

Protetor solar

Não dá pra dar bobeira com o sol. O protetor solar será seu grande companheiro nos dias de praia durante a viagem. Contudo, na hora de comprar, opte por aqueles que não possuem uma substância chamada oxibenzona.
A oxibenzona é um composto químico extremamente nocivo aos ecossistemas marinhos, principalmente para os corais (e não queremos matá-los, não é mesmo?).
Os protetores menos nocivos geralmente são feitos à base de minerais.
Se informe melhor sobre esta questão aqui.

Leve sapatilha

Levei uma sapatilha para mergulho na viagem e achei que foi um item super útil. Muitas praias da Indonésia são cheias de pedras, ouriços e corais. A sapatilha diminui o risco de acidentes e te dá mais segurança. Mas atenção: nunca pise em corais, ok? Isso é uma questão de preservação ambiental.

Câmera e filtro vermelho

É muito comum que as nossas fotografias subaquáticas fiquem com uma cor estranha, às vezes muito azulada ou muito esverdeada, não é? Para corrigir as cores durante os mergulho, uma boa dica é utilizar um filtro colorido. Em águas esverdeadas o filtro deve ser de cor magenta, já em águas azuis, o filtro deve ser vermelho. As fotos subaquáticas deste post foram tiradas com uma GoPro Hero 7 black com filtro vermelho.


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Ícones do post por flaticon.com.

Flávio é mineiro, formado em Direito e já morou em várias cidades diferentes. Tem a fotografia como hobby e o blog como forma de dividir com outros suas experiências e seus clicks.

2 Comentários

  1. O artigo está excelente, deu para a gente mergulhar junto. Uma das melhores experiências que vivi é nadar com as tartarugas, na Indonésia então deve ser inesquecível. Abraços.

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