Com certeza você já viu inúmeras fotos da Chapada dos Veadeiros e, assim como eu, ficou morrendo de vontade de visitar este lugar dos sonhos! Por isso, resolvemos cair na estrada e conhecer essa que é uma das regiões mais bonitas do Brasil! Pra inaugurar os posts  da Chapada, vamos te levar pra conhecer a cachoeira Santa Bárbara (essa da foto!), que é um dos cartões postais do país, e uma outra cachoeira,  igualmente maravilhosa e que fica ali bem pertinho: a Candarú!


Estivemos na Chapada dos Veadeiros na semana do feriado de 12 de outubro, na companhia de mais três casais maravilindos: a Mônica e o Fábio (Leve Sem Destino), a Carol e o Maurício (Idas e Vindas da Carol) e a Fabi e o Thiago, único casal AINDA não blogueiro no meio dessa bagunça toda hahaha.

Montamos nosso acampamento – literalmente – em Alto Paraíso de Goiás, a 240km de Brasília, no Camping Viveiro. A localização foi estratégica, já que Alto Paraíso fica entre as cidadezinhas de São Jorge e Cavalcante, que também estavam no nosso roteiro.


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E por falar em roteiro, os créditos vão para nossos anfitriões (e guias :D) Fábio e Mônica, que são experts na Chapada dos Veadeiros – eles já estiveram por lá mais de DEZ vezes! Vou explicar certinho como dividimos nossos passeios no próximo post. Neste, o foco são as belíssimas cachoeiras Santa Bárbara e Candarú.

E aí, curioso(a) pra saber como esse post continua? Vem comigo que eu vou te deixar com ainda mais vontade de conhecer essa região espetacular, em particular uma das cachoeiras mais bonitas e concorridas desse Brasilzão 😀

Afinal, onde fica? Como chegar lá?

Esse paraíso fica em Goiás, na Chapada dos Veadeiros, mais precisamente na cidadezinha de Cavalcante, a aproximadamente 500km de Goiânia e 320km de Brasília.

Para se ter uma ideia, só nos arredores da cidade existem mais de 170 cachoeiras catalogadas!

Como disse lá no comecinho do post, nós resolvemos ficar em Alto Paraíso (240km de Brasília) e de lá fazer bate e volta até as cidadezinhas vizinhas.

Você pode optar por ir de ônibus (viação Real Expresso, com saídas da Rodoviária de Brasília às 10:00, 19:00 e 21:00hs, no valor de R$46,95*), alugar um carro ou ir com veículo próprio, que foi o nosso caso.


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De Alto Paraíso até o centrinho de  Cavalcante são 109 km de estrada asfaltada. Lá, paramos  no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) da cidade e contratamos um guia (o simpático sr. Emiliano, muito experiente e morador do quilombo 💚).

*Preços e horários consultados em outubro/2017.

Já na companhia do nosso guia, seguimos por aproximadamente 34km de estrada de terra  (prepare-se pra muita poeira, buracos e ‘costelinhas’ nessa estrada!) até chegar no povoado Kalunga do Engenho ll, uma comunidade quilombola onde estão localizadas as cachoeiras Santa Bárbara, Ave Maria, Candarú, Capivara e o Complexo Rio da Prata.

Maior comunidade remanescente de quilombo do Brasil, com mais de duas mil famílias, o povo Kalunga viveu mais de 300 anos isolado no cerrado goiano. Atualmente, o turismo é a principal fonte de renda da comunidade, que garante atualmente a preservação das belezas naturais do seu território e da sua cultura, através de festas, danças, artesanato e culinária.

Na comunidade Kalunga, há toda uma estrutura (simples, porém eficiente) para receber os turistas. Existe um Centro de Atendimento ao Turista, banheiros, lojinha de artesanatos, estacionamento e restaurantes.

Chegando na comunidade, nosso guia foi até o CAT para saber sobre a disponibilidade de acesso à cachoeira Santa Bárbara, já que é permitida a entrada de apenas 300 pessoas por dia – no máximo 60 ao mesmo tempo – e com limite de horário até as 17 horas. Fomos informados de que a lotação para aquele horário já havia atingido o limite.

Seu Emiliano nos sugeriu então que visitássemos primeiro a cachoeira Candarú, que fica a 7km do CAT.

Antes de partirmos para a primeira cachoeira, Seu Emiliano deixou agendado nosso almoço em um dos restaurantes do quilombo.

Decidimos almoçar só depois de visitar as duas cachoeiras, pra evitar aquela preguicinha que bate depois do almoço, sabe? rsrs

Regras de Visitação

Se você já esteve na região antes, deve ter notado que algumas informações estão diferentes. É verdade!

Algumas regras de visitação e valores mudaram em outubro, então se liga:

  • Antes, era cobrada uma única taxa de R$20,00 para visitar a Santa Bárbara e a Capivara. Agora, só a Santa Bárbara custa R$20,00 e R$10,00 qualquer outra cachoeira nas proximidades (Candarú, Capivara e Ave Maria).
  • Estar acompanhado de um guia é obrigatório para todas as cachoeiras!
  • Falando em guia: contratamos no CAT de Cavalcante, por R$150,00 para até seis pessoas. Como estávamos num grupo de 8, negociamos com nosso guia e foi cobrado mais R$50,00, totalizando R$200,00 para o nosso grupo – R$25,00 por pessoa. No CAT da comunidade é mais barato (em torno de R$100,00 para um grupo de até 6 pessoas), mas não nos arrependemos de ter pago um pouquinho mais, já que Seu Emiliano é extremamente experiente, conhecedor da história da comunidade e mega paciente (teve que repetir o nome da Candarú milhões de vezes pra galera, já que toda hora a gente se confundia e inventava um nome diferente 😂😂😂)



Cachoeira Candarú

A cachoeira Candarú não estava no nosso roteiro pelo simples motivo de não ser tão divulgada e conhecida.

Nossa ideia, inicialmente, era conhecer a Cachoeira Capivara, que a Mônica e o Fábio já conheciam.  Graças ao nosso guia, que sugeriu que a visitássemos ao invés da Capivara, por ser maior e mais bonita, tivemos a oportunidade de curtir uma cachoeira quase privativa – detalhe: em pleno feriado!

A estrada que dá acesso a essa cachoeira é bastante precária, com muuuuito pó e curvas, passando ainda dentro de um pequeno riacho, por isso é ideal que o veículo seja 4×4.

Como estávamos com carros de passeio,  decidimos contratar um “transfer“, feito em uma camionete (ao melhor estilo pau de arara rsrs) lá na comunidade mesmo. O transporte custou R$20,00 por pessoa, ida e volta, e nos levou até o final da estradinha de terra, o que reduziu nossa caminhada para chegar na cachoeira para aproximadamente 1km.

Tanto a ida como a volta foram com muita emoção, já que a estrada é nível hard!

Logo que descemos da camionete, já era possível escutar o barulho da queda d’água. Iniciamos a caminhada, percorrendo uma trilha de nível fácil, que leva até a margem do rio.

Como não conhecíamos a Candarú nem por foto, foi uma surpresa incrível chegar a uma cachoeira tão grande (são aproximadamente 70 metros de queda, divididos em 3 níveis)!

Esperávamos encontrar muita muvuca por conta do feriado, mas haviam apenas umas 6 pessoas além de nós. Yaaaay!

Fomos para debaixo de algumas árvores deixar nossas coisas e aproveitamos para fazer um lanchinho. Levamos uma caixa térmica com sanduíches, frutas, isotônico e muita água – não se esqueça de levar também!

Depois do lanche, seu Emiliano nos levou então até a ‘piscina’ superior da Candarú. Fomos surpreendidos novamente, pois o que já era sensacional conseguiu superar todas as nossas expectativas!

Uma pequena trilha entre pedras leva até a metade da cachoeira, onde há outro poço enorme para banho, tipo uma piscina de borda infinita! É surreal de tão lindo 💚💚💚

Fábio nadando na ‘piscina’ de borda infinita
Fotos gentilmente cedidas pelos migos do Leve Sem Destino 😀

Ficamos um bom tempo lá em cima e depois voltamos pra base da cachoeira para um segundo mergulho em suas águas geladas.

Por volta de 14hs, depois de curtir bastante nosso paraíso quase particular, voltamos para o CAT para garantir nosso acesso à Santa Bárbara.

Santa Bárbara

Finalmente, iríamos conhecer uma das cachoeiras queridinhas do Brasil!

Já de volta à comunidade do Engenho, fizemos o pagamento da taxa para visitar a Santa Bárbara (R$20,00 por pessoa) e seguimos no nosso carro por outra estradinha de terra.

A cachoeira fica a aproximadamente 6km do CAT, sendo 5km de estrada e mais 1km de trilha – a estrada é super tranquila pra carros de passeio, e a trilha tem subidas leves, passando por pequenas pontes, pedras e um pequeno trecho em meio à mata.

A maior parte da trilha é feita debaixo de sol, então não se esqueça de levar um bom protetor solar e um boné / chapéu.

Logo que entramos na parte mais fechada da vegetação, avistamos a Santa Barbarazinha, quase uma réplica menor da Santa Bárbara, com águas igualmente verde azuladas (ou azul esverdeadas? :P).

Decidimos parar nela na volta, pois o horário estava meio apertado – já passavam das 15h – e continuamos a caminhada. Alguns metros depois, entre os arbustos, já era possível ver um pedacinho do poço com aquela cor azulada (que eu jurava ser Photoshop kkkk). Seu Emiliano ainda mostrou pra gente uma pequena nascente no chão, pouco antes de chegar na cachoeira, mas o que todo mundo queria mesmo era poder ver aquela maravilha toda com os próprios olhos!

E sim, ela é ainda mais linda e surpreendente pessoalmente! Eu não sabia se ficava olhando, se pulava logo na água ou se registrava algumas imagens pro Blog 😂😂😂

O horário que chegamos lá fez toda a diferença!  Haviam pouquíssimas pessoas, e em vários momentos tivemos a cachu só pro nosso grupo. Nossa experiência não poderia ter sido melhor! <3

O bonde todo! *Fotos surrupiadas do Leve Sem Destino rsrs

A cachoeira em si não é das maiores – aproximadamente 30 metros de altura – mas a cor da água hipnotiza, em vários pontos da cachoeira dá pé e é possível ir até as pedras por trás da queda.

Como forma de preservação, a visita à Santa Bárbara é limitada a 300 pessoas por dia – e 60 pessoas simultaneamente. Cada grupo pode permanecer por apenas uma hora na cachoeira. Parece pouco tempo, mas é o suficiente para guardar pra sempre na memória cada detalhezinho desse lugar mágico 💚

Na volta, aproveitamos pra encher nossas garrafinhas com a água da nascente.

Paramos um tempinho na Santa Barbarazinha pra fotografar, já que a essa altura o sol já estava indo embora e ainda tínhamos que almoçar (por pouco não foi um jantar :D).

Falando em almoço, apesar do horário que chegamos no restaurante, ainda haviam muitas opções e tudo estava quentinho no fogão à lenha 💚. Tinha arroz, feijão, peixe, saladas, legumes e verduras. Mas a mandioca frita (ou macaxeira, ou aipim, dependendo da sua região!) estava simplesmente divinaaaa!

O almoço lá funciona assim: você paga R$30,00 (por pessoa) e pode comer a vontade. Suco e refrigerante são pagos à parte.

Infelizmente não conseguimos parar no mirante que fica na estradinha entre Cavalcante e o povoado do Engenho. Se você conseguir sair mais cedo, aproveite a oportunidade, a vista é linda!

Informações importantes:

  • Não esqueça o protetor solar! Leve também protetor labial, pois o clima seco detonou minha boca logo no primeiro dia;
  • Beba muita água;
  • Leve lanchinhos para as trilhas: sanduíche natural, frutas, salgadinhos, barrinha de cereal, biscoito, etc;
  • Leve dinheiro trocado! São pouquíssimos lugares que aceitam cartão de crédito e, mesmo pagando em dinheiro, quase nunca há troco para notas maiores;
  • Evite roupas claras, a menos que você não se importe caso elas fiquem manchadas depois;
  • Use tênis nas trilhas. Vi algumas pessoas de chinelo, mas deve ser bem desconfortável já que há vários trechos escorregadios e com pedras;
  • Curta muito! Não se esqueça de levar seu lixo de volta, e não leve nada das trilhas e cachoeiras a não ser fotos lindas e boas energias 🌷🌸🍃🌺🌻🌼

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    Que tal visitar também uma das cachoeiras mais famosas de Minas Gerais? Conheça a Janela do Céu, no Parque Estadual do Ibitipoca.

Escrito por

Mineira, 30 anos, formada em Sistemas de Informação com Pós em Administração e Marketing. É apaixonada por viagens, principalmente aquelas que possibilitam visitar novos lugares e conhecer novas culturas. Passa horas na internet lendo relatos de outros viajantes e adora contar suas experiências nas redes sociais e no blog.

30 Comments

  1. Passei um dia inteiro na cachoeira de Santa Bárbara na primeira vez que fui na Chapada, seu post me deixou morrendo de vontade de voltar para lá!!!!

    • Geisiele Carvalho Reply

      Oi Carla!
      A região é linda demais, mal chegamos de lá e já estamos loucos pra voltar!
      Obrigada <3

      Beijo!

    • Geisiele Carvalho Reply

      Oi Patrícia!
      Obrigada pelo feedback, ficamos muito felizes 😍
      Vai sim, você vai amar! Nós já queremos voltar e ficar mais tempo, a região tem muuuitos atrativos!

      Beijo!

  2. Que lugar bonito, não sabia dele. Adorei o post e as suas fotos estão incríveis, dá vontade de largar tudo nesse feriadão e ir conhecer.
    Obrigado por compartilhar!

    • Geisiele Carvalho Reply

      Oi Diego!
      Não fique só na vontade, bora programar! Ano que vem não vão faltar feriadinhos prolongados hehe 😃
      Ficamos muito felizes que tenha curtido o post! 💚

  3. gente que lugar fantastico e senti a magia nessas fotos! e n tem jeito ne, BR q eh BR sempre faz umas adaptacoes, olha aquela camionete haeuhaeu

    • Flávio Borges Reply

      A camionete era muito estranha mesmo haha toda cheia de gambiarras! Mas vou te falar que ela subiu umas pirambeiras imensas, viu?

      Abçs!

  4. Bah, nem dá pra acreditar nessas fotos! Tem taaaaaaanto lugar bonito pelo Brasil… Achei simplesmente fantástico e adorei o relato de vocês!

    • Flávio Borges Reply

      Que bom que curtiu! Qualquer dia destes, dê um pulinho na Chapada, você não vai se arrepender! 😉

      Abçs!

  5. Quero demais conhecer a Chapada dos Veadeiros e apreciar toda a natureza exuberante dessas cachoeiras lindas, sortudo vocês que mesmo no feriado não pegaram muvuca e tiveram a oportunidade dessa visão vip, amei como sempre as fotos e o texto está super informativo, parabéns.

    • Geisiele Carvalho Reply

      Oi Deisy!
      Eu nem acreditei quando chegamos lá e a cachoeira era praticamente só nossa! Já esperava 48534834 pessoas justamente por causa do feriado rsrs
      A Chapada é sensacional, 3 dias foram muito pouco para explorar a região, queremos voltar logo! Vai mesmo que você não vai se arrepender 😊

      Beijo e obrigada pelo comentário! 💓

  6. Adorei a dica, ainda não tinha ouvido falar dessa cachoeira. Que lugar de natureza exuberante! <3
    E muito completo o post, com todos os detalhes do passeio.

    • Flávio Borges Reply

      Ei Juny! Se você curtiu o post, tenho certeza que vai amar conhecer estas duas jóias do Cerrado! Tanto a Santa Bárbara, quanto a Candarú, são lindas demais e valem uma, duas, dez, visitas. haha

      Abraço!

    • Flávio Borges Reply

      O bom da Chapada é que você pode ir várias vezes e sempre terá algo novo pra ver, né? Obrigado pelo retorno! 😉

  7. Que experiência mais incrível poder conhecer esse pedaço de paraíso no nosso país! Sempre quis muito visitar a Chapada dos Veadeiros e com esse teu post super completissimo.. a vontade só cresceu ainda mais. Dá nem pra acreditar na cor maravilhosa dessa cachoeira, que lindeza <3

    • Geisiele Carvalho Reply

      O Brasil tem muitos cantinhos lindos né? A Chapada conseguiu superar nossas expectativas, e com certeza vamos voltar outras vezes!
      A cor da água é realmente surreal, parece um pedacinho de Arraial do Cabo ali no meio da floresta <3

    • Flávio Borges Reply

      Obrigado pelo elogio, Pollyane!
      Tenho que concordar, seu Goiás é lindíssimo 😉

      Abç

  8. aaaaaaaaa que post maravilhoso! você jura que essa cor é real mesmo? hahaha que legal, gente. mas me diz uma coisa, quem não sabe nadar consegue se virar nesses lugares lindos aí? infelizmente, estou nesse time. adorei as dicas e estou, com certeza, salvando as informações para posterioridade. 🙂

    • Flávio Borges Reply

      Pode acreditar, Lisete! A cor da água é aquela mesmo! A gente fica até meio hipnotizado olhando aquele verde misturado com azul. É lindo demais.
      Mas sobre não saber nadar, não se preocupe tem alguns lugares na Santa Bárbara que dá pé.

      Abraços

  9. Ounnn…que post lindinho. Completinho (como sempre)!

    Que grande satisfação ter estado com vocês em um dos locais mais abençoados do Cerrado.
    E o melhor: mesmo com perrengues a trip deu super certo! Vocês curtiram momentos que sei, nunca vão esquecer! <3

    E esse dia, heim?? Essas cachoeiras quase que exclusivas?!
    Eu sei o que é isso: Pessoas do bem atraem boas vibrações. Era pra ter sido assim, um presente!

    Louca pela Excursão Leve Sem Destino em Veadeiros 2! hehehe

    E dooooida pra ler os próximos posts!!
    Quero uns 10, no mínimo! hahahaha

    Um chêeeerooooo

    • Geisiele Carvalho Reply

      Miga, sua loka! 😍

      A satisfação foi nossa por termos guias tão experts (e gratuitos hahaha), que conseguiram a incrível façanha de nos levar pra conhecer a Santa Bárbara de uma forma quase privativa! rsrsrs Euzinha já estava conformada em ter que dividir as fotos (e a cachu) com mais 4593479412903928 pessoas 😅

      Os perrengues foram o temperinho da trip, olha quanta história a gente tem pra contar agora? kkk

      Já podem ir programando a segunda excursão porque cooom certeza voltaremos (muitas e muitas vezes, se Deus quiser <3) pra esse cantinho mais que abençoado desse Brasilzão!

      Guenta aí que vai ter mais ‘postagi’, só não garanto as 10 hahaha

      Obrigada por tudo! (excursão, ‘hospedagi’, crepe delícia, serviços de guia na Chapada e em BSB…) A gente paga uma Cusqueña (e um pisco rsrs) pra vcs na próxima trip 🍻

      Beeeeijo, sua linda! 💓

    • Flávio Borges Reply

      Ei, Fabiana!

      Essa trip foi demais né? Também já estou com saudade da turma toda!

      Um abraço e valeu pelo elogio!

  10. O post ficou lindo! Belas imagens e muitas dicas legais. Foi bom demais esse passeio pela Chapada, espero em breve poder voltar lá. Um grande beijo pra vcs 😚.

    • Flávio Borges Reply

      Certamente voltaremos! E quando voltarmos, quero muito poder reunir esta turma toda novamente!

      Abraços, Carol. 😉