O tour do Valle de La Luna, assim como o da Laguna Cejar, é indicado para os primeiros dias no Atacama por conta da aclimatação. Iniciando os passeios pelos lugares mais baixos, o corpo vai se adaptando aos poucos e acaba não sentindo tanto os efeitos da altitude.

Geralmente feito no período da tarde, o tour passa pelas Cavernas de Sal, por dunas e paredões imensos, pelas Três Marias e termina no Mirador de Kari.

Fizemos esse passeio no nosso segundo dia no Deserto do Atacama com a agência 123Andes em um grupo com 8 pessoas.

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Sobre o Valle de La Luna

A apenas 13km de San Pedro do Atacama , o Valle de La Luna está localizado na Cordilheira de Sal.

A paisagem é composta por dunas e paredões esculpidos pelo vento e a altitude máxima alcançada nesse tour é de aproximadamente 2600 metros, o que o torna uma excelente opção para os visitantes que ainda não estão devidamente aclimatados.

O primeiro ponto de parada é na entrada do Parque, onde é necessário efetuar o pagamento da taxa de visitação de 3.000 pesos chilenos (+- R$18,00).

Este é um dos tours mais baratos do Atacama (custa em média 15.000 pesos – aproximadamente R$90,00) e também um dos mais concorridos.

Os locais visitados no Valle de La Luna normalmente são a Caverna de Sal, o Anfiteatro, as Três Marias o Mirador de Kari, onde fica a Piedra del Coyote, que tem uma vista M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A do Valle de La Muerte.

Há também agências que oferecem um tour para a prática de sandboard nas dunas atacamenhas.

Valle de La Luna e Valle de La Muerte
Valle de La Luna
estrada para o Valle de La Luna - Atacama | Viajando na Janela
Estrada para o Valle de La Luna

Primeira parada: Caverna de Sal

Aviso para os claustrofóbicos: esperem do lado de fora da caverna 😂😂😂

Apesar de ser uma caminhada mais lenta e de nível fácil, em alguns momentos lá dentro é necessário passar por lugares apertadinhos e por alguns pontos escuros (a lanterna do celular ajuda muito nessas horas!).

A caverna recebe esse nome por suas paredes salinas, que vão sendo esculpidas ao longo do tempo pelo vento e pela constante mudança de temperatura no vale.

Valle de La Luna | Atacama | Viajando na Janela
Valle de la luna, Deserto do Atacama
Caverna, Valle de La Luna - Atacama | Viajando na Janela
Valle de la luna, Deserto do Atacama
Valle de la luna, Deserto do Atacama

Mais ao final da caverna, subimos nos paredões com a ajuda do nosso guia. Ele aproveitou a vista linda pra fazer outro videozinho mannequin challenge do nosso grupo:


O primeiro vídeo está no post da Laguna Cejar!


Segunda parada: mina de sal

Depois de passear por entre os cânions próximos à Caverna de Sal, voltamos para a van e seguimos para uma antiga mina de sal.

A extração de sal mineral já foi uma atividade comercial muito explorada no Atacama. Hoje em dia muitas minas estão desativadas e se tornaram um atrativo turístico na região.

Ao lado dessa mina que visitamos havia o que sobrou de uma construção, muito provavelmente utilizada pelos mineiros que ali trabalharam, e que acabou se tornando um ótimo cenário para fotos, com o sol ao fundo 💚

Mina de Sal, Valle de La Luna - Atacama | Viajando na Janela
Mina de Sal, Valle de La Luna - Atacama | Viajando na Janela



Terceira parada: as Três Marias

Na volta, fizemos uma parada rápida para conhecer as Três Marias – formações rochosas que segundo os atacamenhos simbolizam três mulheres rezando – mas que exige uma grande dose de imaginação pra enxergá-las. 😅😅😅

A primeira delas não está em seu tamanho original – um turista sem noção teve a brilhante ideia de subir nela pra tirar foto e quebrou a coitada. Hoje em dia há uma delimitação feita com pedras  e não é possível chegar muito perto.

Fizemos algumas fotos e seguimos para o ponto alto do passeio: o por do sol no Valle de La Muerte!

Três Marias, Valle de La Luna - Atacama | Viajando na Janela
Três marias

Quarta parada: por do sol no Mirador de Kari – Piedra del Coyote

Na verdade a Pedra do Coyote está interditada por conta de rachaduras em sua base. Há até uma cordinha demarcando o limite até onde o turista pode ir, ou seja, aquela foto que muita gente tem pulando em cima da pedra não é mais permitida.

Mas o visual ao redor é tão impressionante que essa foto não faz a menor falta. 😀

O lugar fica meio cheio nesse horário – lembra que eu disse lááá no começo do post que é um dos tours mais feitos pelos turistas? – mas ainda assim dá pra curtir o espetáculo sem ninguém na sua frente: basta se afastar um pouco nem tão pouco assim de onde está a pedra famosinha.

As cores no vale vão mudando à medida que o sol vai baixando, é indescritível de tão lindo 💚

Retornamos à San Pedro por volta das 21:00hs.

Deserto do Atacama

O que levar:

  • Câmera e cartões de memória (e talvez uma bateria extra!);
  • Lanterna (se o seu celular tem, não precisa);
  • Água mineral (pelo menos 1,5l por pessoa);
  • Snacks (normalmente esse tour não inclui lanche, leve algo pra beliscar);
  • Protetor solar, protetor labial e chapéu/boné;
  • Use roupas leves, mas não esqueça de levar um casaco corta vento (faz muito frio no final do passeio);
  • Óculos de sol;
Por do Sol no Valle de La Muerte, Deserto do Atacama
Por do sol inesquecível no Valle de la Muerte

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Escrito por

Mineira, 31 anos, formada em Sistemas de Informação com Pós em Administração e Marketing. É apaixonada por viagens, principalmente aquelas que possibilitam visitar novos lugares e conhecer novas culturas. Passa horas na internet lendo relatos de outros viajantes e adora contar suas experiências nas redes sociais e no blog.

8 Comentários

  1. Margareth d Avila Responder

    Olá Geisiele, estamos indo de carro 4x4x até o Atacama em janeiro ou março 2020, ficaremos 6 dias . Lendo seus tópicos , tenho duvidas . Os passeios são sinalizados [trajeto e atração] para irmos por conta própria? Pretendemos só pagar excursão para o Salar de Tara e o vulcão Lascar. O acha? Obrigada

    • Geisiele Carvalho Responder

      Oi Margareth, tudo bem?
      A grande maioria dos passeios dá sim pra fazer por conta própria, já que quase todas as estradas são boas e bem sinalizadas.
      Exatamente esses dois passeios que você falou em fazer com agência são os que eu recomendaria também, já que no Salar de Tara não há nenhum tipo de sinalização no trecho percorrido fora da estrada e o vulcão Lascar de qualquer forma precisa do acompanhamento de um guia.
      Outra ressalva: para ver os Geysers El Tatio no momento em que estão mais ativos as agências costumam sair de San Pedro por volta das 5:30 da manhã. Como é um dos passeios de maior altitude (e que sobe mais de 1000 metros em poucos minutos), aconselho que se forem por conta própria deixem mais para o final do roteiro, para se aclimatarem melhor e evitarem algum sintoma do mal de altitude enquanto dirigem, ou façam esse passeio com agência também.
      No mais, vai ser uma viagem inesquecível, depois conta pra gente como foi!

  2. FLAVIO Henrique Souza LUNA Responder

    Oi Geisiele,

    Muito bom o blog! Parabéns!
    Dúvida: Para os passeios, você indica uma bota de trekking mesmo, ou um tênis comum é suficiente?

    • Geisiele Carvalho Responder

      Oi Flávio, tudo bem?

      Fico feliz que tenha gostado! 🙂
      Olha, eu vi muita gente usando tênis comum, mas acho que a bota de trekking é mais indicada… em alguns passeios, como nas Lagunas Escondidas, o terreno é bem irregular, e a sola mais grossa da bota faz toda a diferença, além de aquecer mais os pés nos passeios que saem muito cedo, como os Gêiseres.

  3. Oi Geisiele,
    Os posts estão fantásticos. Super detalhados.
    Estou adorando.
    Que mês vcs foram?

  4. Oi Geisiele!! tudo bem?
    voce acha que valeu a pena fazer esse passeio? Comparando as fotos que voces tiraram nele com dos outros posts no Atacama, esse pareceu o mais “basicão”… Voce recomenda que alguem com um orçamento médio (rsrs) e até 4 dias inteiros para ficar no Atacama fizesse ele?
    Muito obrigada!!

    • Geisiele Carvalho Responder

      Oi Laura! Tudo ótimo, e você?
      Booom, eu amei todos os passeios por lá, mas apesar de um por do sol maravilhoso no final, é um dos mais básicos e que não impressiona tanto quanto os outros. Numa escala de beleza dos passeios, acho que num roteiro de 4 dias eu deixaria ele de fora sim… Mas é o tour mais barato, dependendo até dá pra encaixar ele caso tenha uma tarde livre 🙂

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